Parreira reestreia na seleção da África do Sul
Foto: EFE
Já garantidas na Copa do Mundo de 2010, a anfitriã África do Sul e a seleção japonesa se enfrentaram neste sábado e não saíram de um empate por 0 a 0, no Estádio Nelson Mandela Bay. O duelo marcou a reestreia do técnico Carlos Alberto Parreira no comando da equipe sul-africana.
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O ex-treinador da Seleção Brasileira e tetracampeão com a equipe verde e amarela em 1994 já havia dirigido a equipe sul-africana logo depois da Copa de 2006. Depois de dois anos na África, o brasileiro deixou a equipe e indicou Joel Santana para assumir o comando. Mas os maus resultados fizeram a Federação Sul-Africana de Futebol demitir o compatriota, contratando novamente Parreira.
O jogo deste sábado marcou também a estreia dos novos uniformes das duas seleções. As equipes mostraram para a torcida as vestimentas que usarão no Mundial que será realizado no ano que vem.
A África do Sul teve a volta do atacante McCarthy, do Blackburn, que mal foi percebido em campo e as raras chances mais claras foram dos pés de Yoshito Okubo, referência ofensiva japonesa. Com este resultado, os sul-africanos conquistaram apenas uma vitória nos últimos dez jogos.
Jogando em casa, a equipe de Parreira não impôs seu estilo de jogo e começou sendo dominada pelos asiáticos, que ficavam mais com a posse de bola e impunham um ritmo veloz a partida, mas sem muitas chances claras. Com o passar do tempo, a marcação sul-africana foi encaixando e as oportunidades foram aparecendo, especialmente com Siphiwe Tshabalala, pela esquerda, e Katlego Mphela, pela direita.
No segundo tempo, o técnico Takeshi Okada promoveu a entrada de Shunsuke Nakamura, meia do Espanyol, para tentar melhorar a qualidade do seu time. Enquanto o treinador brasileiro trocou Modise por Daine Klate para dar uma dinâmica diferente à articulação de sua equipe.
Aos 29min, Parreira sacou o inoperante atacante Benni McCarthy, 32 anos, para colocar o jovem Bernard Parker, 23 anos, que foi titular na campanha da equipe na Copa das Confederações. Nada mudou. Com um jogo truncado e com poucas alternativas técnicas, o resultado não poderia ser diferente: 0 a 0, sem gols e sem emoções.
Com informações da Gazeta Press
- Redação Terra

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