Apesar de Togo ter se retirado, Copa Africana será realizada, diz Angola
Foto: Reuters
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Assim disse em nome do governo, o ministro de Comunicação Social de Angola, Manuel Rabelais. Segundo ele, a seleção de Gana, que avaliava se retirar do torneio, participará da competição.
O ministro condenou com veemência o ataque que a guerrilha separatista da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC) realizou na última sexta-feira contra o ônibus da delegação do Togo.
Ao mesmo tempo, Rabelais garantiu novamente a segurança durante a realização da Copa Africana, para ele um acontecimento esportivo que simboliza a amizade entre os povos do continente.
Da mesma forma, o ministro da Juventude e Esporte de Angola, Gonçalves Muandumba, lamentou o incidente e reafirmou, em nome do governo, que o ocorrido não afeta a organização, e que o torneio seguirá adiante.
"Vamos reforçar e redobrar todo o mecanismo de segurança do evento enquanto tivermos as condições para garantir o sucesso, a tranquilidade e a segurança das pessoas e seus bens, como previsto nos planos da organização", afirmou à agência de notícias local Angola Press.
O ministro, também coordenador adjunto da Comissão Ministerial de Monitoração da Organização da Copa Africana de Nações, antecipou que os órgãos competentes estão trabalhando para esclarecer o ocorrido e responsabilizar os culpados.

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