Atentado com a seleção togolesa terminou em três mortes em Angola
Foto: Reuters
"As armas vão continuar falando" no território angolês de Cabinda, declarou neste domingo Rodrigues Mingas, líder do grupo separatista que reivindicou o ataque de sexta-feira contra a delegação do Togo na Copa Africana de Nações.
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"Vale tudo, estamos em guerra", avisou o secretário-geral das Forças de Libertação do Estado de Cabinda-Posição Militar (FLEC-PM), contactado por telefone em Paris, onde está exilado.
Ele criticou o presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Isaa Hayatou, pela decisão de manter sete jogos do torneio em Cabinda. "Os ataques vão continuar, porque o país está em guerra e porque Hayatou é teimoso", afirmou.

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