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 Dirigente do Inter descarta empréstimo do governo para Copa
03 de maio de 2010 08h56 atualizado às 09h00

Torcida do Inter pode ter Beira-Rio reformado até o final de 2012. Foto: Lucas Uebel/VIPCOMM/Divulgação

Torcida do Inter pode ter Beira-Rio reformado até o final de 2012
Foto: Lucas Uebel/VIPCOMM/Divulgação

O vice-presidente de patrimônio do Internacional, Emídio Ferreira, afirmou que o clube não irá pedir empréstimo do governo para reformar o Beira-Rio para a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, em entrevista à Rádio Bandeirantes. Um dos únicos estádios privados que serão utilizados no Mundial, a reforma da "casa" da equipe gaúcha deve custar cerca de R$ 150 milhões.

"O Inter foi dos estádios particulares que não quer dinheiro público, mas quer isenção na parte fiscal. A não ser que seja empréstimo para que seja pagar daqui a 200 anos", disse o dirigente, que explicou o gasto estimado para a reforma do Beira-Rio. "Em R$ 130, R$ 150 milhões. As obras mais caras são pra atender o torcedor, nosso maior patrimônio. É a cobertura que aumenta mais a arquibancada e aproxima o torcedor do gramado", concluiu.

Redação Terra