Cada vez mais ídolo da torcida tricolor, Muricy Ramalho teria recebido convite da CBF de forma precipitada
Foto: Wallace Teixeira/Photocamera/Divulgação
- Rodrigo Viga
- Direto do Rio de Janeiro
O técnico do Fluminense, Muricy Ramalho, afirmou neste domingo, antes do clássico com o Botafogo, que a decisão de recusar o convite para assumir o comando da Seleção Brasileira foi um ato de respeito à "nação tricolor".
"Tinha que respeitar uma nação e uma história", disse o treinador, antes de mandar a campo o time que tenta manter a liderança isolada do Brasileiro. "O convite foi uma honra e a gente tem que fazer aquilo que manda a nossa cabeça", acrescentou Muricy.
O treinador prometeu dar mais detalhes sobre o convite da Confederação Brasileira de Futebol após a partida. "Era uma oportunidade única, mas o Fluminense não me liberou. Vida que segue", disse, sem tom de mágoa.
Nos bastidores, comenta-se que o técnico do Fluminense teria ficado incomodado com a maneira como procedeu a CBF, que decidiu convidá-lo em cima da hora, por intermédio de um assessor de imprensa que esteve no Maracanã.
Muricy elogiou a escolha e o posterior anúncio de Mano Menezes para o cargo de técnico da equipe pentacampeã mundial. "O Mano é um excelente profissional. Boa sorte para ele", enfatizou.
- Especial para Terra



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