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 Recusei a Seleção em respeito a história do Flu, diz Muricy
25 de julho de 2010 18h57 atualizado às 19h18

Cada vez mais ídolo da torcida tricolor, Muricy Ramalho teria recebido convite da CBF de forma precipitada. Foto: Wallace Teixeira/Photocamera/Divulgação

Cada vez mais ídolo da torcida tricolor, Muricy Ramalho teria recebido convite da CBF de forma precipitada
Foto: Wallace Teixeira/Photocamera/Divulgação

Rodrigo Viga
Direto do Rio de Janeiro

O técnico do Fluminense, Muricy Ramalho, afirmou neste domingo, antes do clássico com o Botafogo, que a decisão de recusar o convite para assumir o comando da Seleção Brasileira foi um ato de respeito à "nação tricolor".

"Tinha que respeitar uma nação e uma história", disse o treinador, antes de mandar a campo o time que tenta manter a liderança isolada do Brasileiro. "O convite foi uma honra e a gente tem que fazer aquilo que manda a nossa cabeça", acrescentou Muricy.

O treinador prometeu dar mais detalhes sobre o convite da Confederação Brasileira de Futebol após a partida. "Era uma oportunidade única, mas o Fluminense não me liberou. Vida que segue", disse, sem tom de mágoa.

Nos bastidores, comenta-se que o técnico do Fluminense teria ficado incomodado com a maneira como procedeu a CBF, que decidiu convidá-lo em cima da hora, por intermédio de um assessor de imprensa que esteve no Maracanã.

Muricy elogiou a escolha e o posterior anúncio de Mano Menezes para o cargo de técnico da equipe pentacampeã mundial. "O Mano é um excelente profissional. Boa sorte para ele", enfatizou.

Especial para Terra