Time tricolor tropeça e segue na zona do rebaixamento
Foto: Washington Alves/Vipcomm/Divulgação
Os dirigentes gremistas tentaram manter a calma. Todos os fatos ocorridos após o empate por 2 a 2 com o Cruzeiro, em Sete Lagoas, foram considerados normais pelos homens do futebol. Logo após a partida, com gol sofrido aos 41min do segundo tempo, o atacante Jonas e o zagueiro Rodrigo tiveram uma discussão áspera no vestiário, com palavrões, ofensas e tentativas de agressão.
"São situações que são consequência do resultado. Vejo que há uma indignação. É um fato positivo. Nada que traga prejuízo na disciplina e na conduta", minimizou o assessor de futebol Luis Onofre Meira.
A declaração seguiu a mesma linha do técnico Silas. O comandante tricolor deu entrevista em tom de voz tenso, respostas curtas e aceleradas, também, analisando os ocorridos como normais.
O presidente Duda Kroeff não iria dar declarações após a partida, mas convencido pela assessoria de imprensa foi aos microfones, repetindo o que Meira havia declarado.
"Não tem nada de anormal nisso. Aconteceu umas 300 vezes na minha vida. Acho positivo, mostra a indignação. O torcedor achava que faltava indignação, não está faltando mais", explicou. Em uma tentativa de brincadeira, ele mostrou sua frustração com o resultado. "Fiquei furioso. Fiquei com vontade de dar em alguém".
Os três se mostraram insatisfeitos com a arbitragem do carioca Marcelo de Lima Henrique. O Grêmio protesta um pênalti em Borges e uma falta no goleiro Victor no segundo gol do Cruzeiro.
- Gazeta Esportiva








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