Goiás foi derrotado pelo Fluminense no Serra Dourada
Foto: Photocamera/Divulgação
Derrotado pelo Fluminense por 3 a 0 no Serra Dourada, o Goiás completou nove partidas sem vitórias no Campeonato Brasileiro. Vendo a equipe agonizar na zona do rebaixamento, o atacante Rafael Moura pediu apoio à diretoria, que vive intensa guerra política. Já o técnico Emerson Leão rechaçou a influência da crise dos bastidores nas atuações dos jogadores.
"Está faltando aquela mão de apoio. Nesse momento, as pessoas que amam o Goiás têm de deixar a vaidade de lado em prol do time", declarou o centroavante, em referência aos desafetos, Syd de Oliveira, presidente do clube, e Hailé Pinheiro, presidente do Conselho Deliberativo.
Enquanto Hailé pede que o principal mandatário renuncie ao cargo, Syd de Oliveira garante que só deixará o posto se o oponente também o fizer. Indignados com a situação, muitos torcedores protestaram após a derrota para os cariocas, com gritos e faixas de repúdio à briga dos dirigentes.
"Quero dizer que o que acontecia fora do campo, quando eu era atleta, não fazia que eu não pegasse a bola e não impedia que o centroavante fizesse o gol. Essas coisas não me desconcentram. Não adianta fazer perguntinha sem graça, essa é a nossa realidade", declarou Emerson Leão, que culpou a superioridade do rival por mais um revés.
"Quando nós temos as chances, ninguém precisa apoiar de fora, é só concluirmos bem. Estamos perdendo dentro do campo, com nossos erros, e não temos que buscar alternativas fora dele. Reconheço a superioridade técnica do adversário, que não está em primeiro por acaso, não gastou quase R$ 100 milhões por acaso", completou o comandante.
Na próxima rodada, o time enfrentará mais um adversário qualificado: o Santos, no Pacaembu.
- Gazeta Esportiva










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