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 Falhas em jogadas aéreas preocupam defesa do São Paulo
14 de fevereiro de 2012 08h27 atualizado às 08h52

Denis acredita que falha de posicionamento pode influenciar no número de falhas. Foto: Edson Lopes Jr./Terra

Denis acredita que falha de posicionamento pode influenciar no número de falhas
Foto: Edson Lopes Jr./Terra

Os jogadores do São Paulo são relativamente altos, mas a bola cruzada na área segue sendo a grande vilã da defesa, que deixou de vencer apenas três vezes no Campeonato Paulista. A primeira foi o empate diante do Guarani, com gol de Fumagalli após cruzamento de Danilo Sacramento. Outro empate veio contra o Comercial, em bola lançada por Fabão e gol de Jailton após falha defensiva. Por último, no domingo, a derrota no Majestoso diante do Corinthians, com lançamento de Jorge Henrique e gol marcado por Danilo.

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Tentando minimizar os efeitos e não encontrar culpados, o time está incomodado pelas falhas sucessivas, mas afirma que não pode se desesperar e corrigir com máximo rigor. A solução dos problemas está na conversa e no treinamento, que será pesado após a derrota diante do Corinthians. Tanto que o grupo se reapresenta na manhã da terça-feira e dá início a um regime de concentração visando ao duelo de quinta contra o Paulista.

"Estamos cometendo alguns erros de marcação. A gente volta a treinar e não pode errar, sabemos, mas cada jogador tem seu jeito de lidar. Não temos só zagueiros, temos meias altos, atacantes altos, que voltam para marcar. A outra equipe tem méritos também, vários fatores são incluídos nisso. Isso é coisa para observar no dia a dia", afirmou o goleiro Dênis, preocupado com o rendimento dos companheiros.

Curiosamente, as falhas começaram a acontecer a partir da entrada do zagueiro Paulo Miranda no lugar de Edson Silva, que foi titular nas primeiras rodadas em virtude de uma lesão leve do atual companheiro de Rhodolfo.

Com o objetivo de diminuir os erros, o próprio goleiro dá a receita. "Eu assisto todo jogo meu para ver o que acertei, o que errei, procuro me conhecer melhor. Temos jogadores altos e isso tem que parar de acontecer. Pode ser falha de posicionamento, também porque estamos deixando o cara correr solto".

Gazeta Esportiva