Torcida do Vasco comemora vitória sobre Flamengo; técnico diz que time não se desespera ao tomar gol
Foto: Daniel Ramalho/Especial para Terra
A derrota por 2 a 1 para o Nacional do Uruguai, na estreia da Copa Libertadores, em São Januário, foi bastante lamentada em 8 de fevereiro. Mas agora, quase um mês depois, o único revés do Vasco em 2012 é visto com bons olhos pelo técnico Cristóvão Borges, para quem, desde então, a equipe passou a ter poder de reação nas partidas.
» De Waldemar a Caio Júnior: relembre 30 técnicos vapt-vupt
» Veja decepções dos times brasileiros no mercado da bola
"Aquela derrota serviu para muitas coisas, tiramos muitas lições, conversamos bastante. Tivemos muitas dificuldades, o Nacional foi muito superior e poderia ter goleado tranquilamente, mas conseguimos fazer um gol e evitar o pior. A partir dali, não temos nos desesperado mais quando tomamos um gol", disse o treinador, que viu a equipe virar mais uma partida na última quarta-feira.
Depois de levar um gol de Vagner Love logo aos 3 min de partida, o Vasco conseguiu empatar aos 14 min, com Alecsandro, e virar aos 32 min, com Diego Souza, se classificando para final da Taça Guanabara.
"Nos dois clássicos que tivemos até agora (na fase de grupos enfrentou o Fluminense), saímos atrás. Mas a equipe se mostrou equilibrada e conseguiu virar. Era isso que eu queria, a equipe madura. Temos jogadores experientes, então não podemos nos desorganizar por qualquer coisa. A equipe é forte, tem capacidade e foi bacana termos conseguido aprender este poder de reação", afirmou Cristóvão.
Para coroar a campanha perfeita até então, o Vasco espera levantar a Taça Guanabara. O adversário da final que será disputada no domingo será conhecido na próxima quinta-feira, quando Botafogo e Fluminense se enfrentam no Engenhão.
- Gazeta Esportiva

























Assista agora »
Assista agora »

