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Kleber se irrita com más atuações no Palmeiras: "não vim passear"

15 mar 2013
05h07
atualizado às 06h57
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Apresentado no dia em que Barcos foi vendido ao Grêmio, Kleber assumiu a camisa 9 e, após a expectativa para ver se era capaz de substituir o argentino, só decepcionou. Em quatro jogos pelo Palmeiras, o centroavante emprestado pelo Porto já está marcado por chances claras desperdiçadas. E se irrita com sua condição.

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Kleber se cobrou por chances desperdiçadas diante do Paulista
Foto: Bruno Santos / Terra

"Não vim aqui para passear, vim para ajudar o Palmeiras e reacender a carreira. Fiquei um tempo sem jogar e vim para recuperar a confiança e ajudar o Palmeiras", disse o jogador, que chegou a ser convocado por Mano Menezes e foi cedido pelo Porto em acordo até dezembro, mas em junho pode voltar a Portugal caso seu clube requisite.

"Sei que a responsabilidade é muito grande de representar um clube do tamanho do Palmeiras, mas o desafio para mim é maravilhoso. Espero que nestes seis meses, que é o princípio do meu contrato, eu possa pelo menos fazer algo para ajudar o Palmeiras. O meu objetivo é esse", ressaltou.

Para cumprir sua meta, porém, é necessário fazer mais do que ele tem feito. "Contra o Paulista fui muito, muito abaixo do que posso, principalmente porque minha função é fazer gol. Tive oportunidade e não fiz", lembrou, lamentando principalmente uma cabeçada para fora. "Até pensei que a bola tivesse entrado. Fiquei um pouco chateado porque ali não posso errar, trabalho todo dia para fazer".

O jogador aponta o nervosismo como culpado. "A ansiedade acaba me atrapalhando um pouco. É uma situação difícil. A bola não entra, está teimando, mas uma hora vai ter que entrar. Mas acredito e confio que, depois que sair o primeiro, posso ajudar muito o Palmeiras. Espero que no próximo jogo a bola entre e continue entrando depois."

Gilson Kleina promete se empenhar para ajudá-lo. "Temos que trabalhar no dia a dia e blindá-lo. Os gols dele virão, tenho certeza que ele vai deslanchar daqui a pouco, é um excelente garoto. Ele mesmo tem que acreditar no potencial dele", disse o treinador.

Enquanto não desencanta, resta ao atacante admitir que merece as vaias que recebeu nessa quinta-feira, no Pacaembu. "Os torcedores sabem que a minha função é fazer gol, sem dúvidas estão no direito deles e tenho que procurar fazer minha parte em campo. Eles têm que cobrar mesmo", concordou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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