
A diretoria do Palmeiras já começou a trabalhar para segurar por mais tempo jogadores que têm contrato apenas até o fim do ano, como Fernandinho, Mazinho e Marcos Assunção. Por outro lado, apesar de seu vínculo se estender até dezembro, Daniel Carvalho ainda não foi procurado para renovar e, mesmo assim, não se preocupa com o futuro.
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"Normalmente, faço a avaliação por números, que me favorecem, mas isso é o de menos. Tenho de viver o momento e pensar no dia a dia. Se amanhã ou depois for renovar, vai ser com o maior orgulho e prazer, porque estou adaptado a São Paulo. Se não ficar, vou torcer para o Palmeiras chegar bem à Libertadores e seguirei minha vida em outro clube. Minha autoanálise é mais positiva do que negativa", afirmou.
O meia esteve em 33 dos 47 jogos do Palmeiras neste ano. Porém, independentemente de se dizer satisfeito com o desempenho, o atleta reconhece que não conseguiu manter a regularidade na equipe do técnico Luiz Felipe Scolari.
"Todos os jogadores caíram um pouco de rendimento, mas não podemos aceitar. Tive altos e baixos no Palmeiras e fiquei fora das duas rodadas passadas. Agora, quero voltar jogando bem, até porque o torcedor acredita em mim e no grupo", afirmou.
Recuperado de uma lombalgia e titular do jogo desta quarta-feira, contra o Botafogo, Daniel Carvalho explica que não teria problemas em prorrogar seu contrato no Palmeiras, se a diretoria manifestasse o interesse.
"Não (fui procurado), mas não penso nisso e só vivo o dia a dia. O Palmeiras tem cláusula com direito de ficar comigo no ano que vem, mas o clube terá eleições e muita coisa pode mudar. Contrato é o de menos, dá para sentar na hora e resolver rapidinho".


