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M. Leite nega preocupação com grama sintética e pede foco no Santos

24 abr 2013
09h27
atualizado às 09h27
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Além das 17 horas de viagem até o noroeste mexicano, o Palmeiras está temeroso com o fato de atuar em um gramado sintético contra o Tijuana, na próxima terça-feira, no primeiro jogo das oitavas de final da Copa Libertadores da América. No entanto, o atacante Maikon Leite minimizou a dor de cabeça do time palestrino com o campo e reforçou a importância de a equipe manter o foco no compromisso deste sábado, contra o Santos, pelas quartas de final do Campeonato Paulista.

<p>Maikon Leite está confiante para clássico com o Santos, no sábado</p>
Maikon Leite está confiante para clássico com o Santos, no sábado
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

“No momento pensamos só no Santos”, respondeu Maikon Leite quando perguntado sobre as dificuldades que o Palmeiras deverá encontrar no campo sintético do Estádio Caliente. “Se pensarmos no Tijuana, vamos nos esquecer da nossa próxima partida e então não dará mais tempo. Essas semanas serão corridas, treinaremos em um piso que não conhecemos muito, mas nossa cabeça é no passo adiante. Temos que pensar um por um”, discursou.

O Palmeiras, porém, está tão preocupado com o campo em Tijuana que marcou um treino no Nicolau Alayon, com grama sintética, na tarde desta quarta-feira. O estádio, pertencente ao Nacional, está localizado logo à frente da Academia de Futebol alviverde.

Jogador do Santos até a metade de 2011, quando se transferiu para o Palmeiras, Maikon Leite reconhece a qualidade do próximo adversário alviverde. No entanto, o camisa 7 rechaçou um possível favoritismo dos comandados de Muricy Ramalho, que contam com o astro Neymar, fizeram uma campanha melhor na fase de classificação do Paulista, não têm a preocupação da Libertadores e que ainda poderão atuar em casa.

“Chegamos até aqui e agora é um clássico, vamos para vencer. Não nos classificamos à toa. Agora, quem errar menos vai ganhar e temos totais condições”, apostou. “O Santos tem jogadores perigosos na frente e é muito difícil parar aquele moleque (Neymar), mas eles também precisam se preocupar conosco. Não adianta um time se arriscar no ataque e deixar a defesa exposta, porque depois pode não dar tempo”, prosseguiu.

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Uma arma importante que o Palmeiras pode ter em campo é Valdivia. O meia chileno, que não atua desde o início de março, foi liberado pelo departamento médico e deve ser novidade na equipe na partida de sábado. E Maikon Leite se anima com o retorno do camisa 10.

“Todos sabemos que ele bem fisicamente, com a vontade que está de jogar, pode nos ajudar muito. Estamos contando com ele, que tem nosso total apoio. Teremos muitos desfalques, mas a volta do Valdivia nos ajudará muito”, elogiou, apesar das baixas do goleiro Fernando Prass, do zagueiro Vilson e do meia-atacante Patrick Vieira.

Santos e Palmeiras se enfrentam às 16h15 (de Brasília) deste sábado, na Vila Belmiro. Em caso de empate, apesar de a equipe praiana ter feito a melhor campanha na primeira fase, a vaga na semifinal será decidida nos pênaltis.

Fonte: Terra
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