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 Com Vitor e Wendel encostados, Palmeiras ainda quer lateral direito
06 de janeiro de 2012 17h17 atualizado às 18h03

Clube paulista tem dificuldades em encontrar reserva para Cicinho. Foto: Mauro Horita/Terra

Clube paulista tem dificuldades em encontrar reserva para Cicinho
Foto: Mauro Horita/Terra

O Palmeiras reconhece a necessidade de ter um reserva para o lateral direito Cicinho, mas mantém Vitor e Wendel encostados. A diretoria pretende acertar com um atleta da posição antes da estreia no Campeonato Paulista, dia 22 de janeiro, contra o Bragantino.

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Os dirigentes já decidiram que não vão apostar em Vitor, que estava empréstado ao Cruzeiro. No caso de Wendel, retornando do Atlético-PR, o veto partiu do técnico Luiz Felipe Scolari. Caso não haja sucesso na busca por um reforço, o nome do volante que também atua improvisado como lateral pode voltar à pauta, mas o comandante não deve ceder. Ciente disso, o Palmeiras abriu negociações com Jonas, do Coritiba. O jogador esteve bem perto de assinar com a equipe do Palestra Itália, mas preferiu ir para o Santos mesmo recebendo um salário inferior. Os nomes pretendidos no momento são mantidos em sigilo.

Sem Jonas, a intenção era promover o lateral direito Bruno Oliveira, de 18 anos e que treinou com os profissionais no segundo semestre de 2011. Mas ele não pode nem participar da Copa São Paulo de Futebol Júnior porque rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito em amistoso contra o Red Bull, na última sexta-feira, e levará de seis a oito meses para se recuperar de cirurgia.

Além de Vitor e Wendel, cinco jogadores voltaram de empréstimo e estão treinando em horários alternativos na Academia: o zagueiro Maurício Nascimento (Vitória), os meias Willian (Náutico) e Deyvid Sacconi (Bragantino) e os atacantes Tadeu (estava no Sport e atuou por um período no Palmeiras B) e Daniel Lovinho (Ipatinga). Desses, apenas Maurício tem alguma chance de ser reintegrado.

"Vários clubes nos procuram querendo esses jogadores, mas ainda não sabemos para onde eles vão. Às vezes chegam aqui, fazem a sondagem e depois não querem pagar o valor pedido", diz o vice de futebol Roberto Frizzo. "Alguns desses atletas podem compor o elenco, mas isso depende da comissão técnica".

Gazeta Esportiva
 
 
 
 
 
 

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