Remo1951
Barcos a remo são usados como meio de transporte desde a Antigüidade Grega, o Império Romano e o Egito Antigo. Como esporte, sua origem mais provável é a Inglaterra vitoriana dos séculos XVII e XVIII. No entanto a popularização só aconteceu no século XIX.
Nesse período, foi exportado da Europa para a América, onde a tradição das regatas entre as universidades britânicas de Oxford e Cambridge também foi adotada, por Yale e Harvard. Competições de remo são mais antigas do que a maioria das de outros esportes olímpicos da Era Moderna. E o conceito se mantém o mesmo até os dias de hoje.
Barcos em que cada remador conta com dois remos (um em cada mão), divididos por raias, competem lado a lado em águas calmas para ver quem é o mais rápido. Atualmente, a distância oficial desse percurso em linha reta para Jogos Olímpicos e Pan-Americanos é de 2.000m.
As embarcações - com ou sem timoneiro, ou skiff - podem ter um, dois, quatro ou oito componentes. O timoneiro, integrante que não rema e é responsável por orientar e incentivar os remadores, não entra na conta dos componentes. Tanto para homens quanto para mulheres, há também as disputas na categoria peso leve.
Centro de Remo da Lagoa
Assim como na canoagem, a Argentina é a principal força do remo em Jogos. A popularidade do esporte no país explica o sucesso, mas nos últimos anos Cuba aparece como adversária.
Em Santo Domingo-2003, por exemplo, quatro das seis provas masculinas tiveram o ouro no peito de cubanos. Os Estados Unidos e o Canadá aparecem como coadjuvantes que incomodam.
O Brasil tem tradição no esporte, mas desde Mar del Plata-1995 não tem um campeão pan-americano. Ao todo, já foram conquistados nove ouros, 16 pratas e 12 bronzes por brasileiros no remo.
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