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O Brasil terá 50 representantes no Mundial de Esportes Aquáticos, que começa neste sábado, em Melbourne, na Austrália, e servirá de preparação aos atletas do país para os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em julho.
A delegação brasileira que participará da 12ª edição da competição terá atletas na natação, pólo aquático feminino, saltos ornamentais, maratona aquática e nado sincronizado.
Este será o Mundial de esportes aquáticos com mais países: 158, superando os da edição anterior, disputada há dois anos em Montreal, no Canadá. Serão 36 países das Américas, 29 da África, 32 da Ásia, 48 da Europa e 13 da Oceania.
O principal desfalque do Brasil será Renata Burgos, campeã brasileira dos 50 metros livre, suspensa dois anos por um positivo pelo uso de um anabolizante num exame de urina.
Segundo a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), o objetivo é conquistar o maior número possível de medalhas, acumular experiência nas piscinas e garantir uma boa preparação ao Pan.
A aposta é alta no nado sincronizado, já que o Brasil conta com uma mescla de atletas muito experientes e outras jovens de talento. O grupo foi ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, em 2003.
Nos saltos ornamentais, a equipe - também com experiência em competições internacionais - terá o reforço de Hugo Parisi e Ubirajara Barbosa, que já fez história em 2002, durante o Mundial Juvenil da Alemanha, com o vice no trampolim de três metros.
Na maratona aquático, o destaque fica por conta de Poliana Okimoto, que terminou em segundo lugar nas provas dos 5 e 10 km no último Mundial deste esporte, disputado em setembro de 2006 na cidade italiana de Nápoles. Por sua vez, as meninas do pólo aquático têm pretensões mais modestas. O objetivo é melhorar da 13ª posição do Mundial de Montreal.