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"É uma obra complicada por ser a céu aberto. Estou fazendo esta previsão caso chova", afirmou Eider. Para a Vila ser finalizada, falta a construção de toda a infra-estrutura no entorno do local. Todos os 17 prédios já foram entregues pela empresa Agenco, mas apenas um deles foi mobiliado - mesmo assim, apenas para modelo.
Ontem, no complexo, operários começaram a pavimentar vias internas e instalar a rede elétrica. As obras só se tornaram possíveis após liberação, sexta-feira, de R$ 26 milhões referentes à primeira parcela de convênio assinado entre prefeitura e governo federal. Outros R$ 27 milhões ainda serão liberados em maio.
Um dos problemas importantes a resolver será o acesso à Vila. Além de vias ligando a avenida Ayrton Senna ao complexo, a prefeitura promete construir pista de 400 metros em cima do Canal do Arroio até o fim de junho. Sem esta nova rua, os dois prédios onde ficarão hospedados os atletas norte-americanos poderiam ficar inacessíveis.
Para desafogar o trânsito, a prefeitura ainda construirá nova pista na avenida Ayrton Senna (sentido Jacarepaguá) no trecho entre a avenida Embaixador Abelardo Bueno e o anel viário Pedro Ernesto. Após o Pan-Americano, o mesmo será feito no trecho entre a ponte e a Linha Amarela.
O secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Fernando Corrêa anunciou ontem, em encontro com embaixadores de 13 países que participarão dos jogos, que serão investidos R$ 8 milhões na aquisição de armas não letais - como spray de pimenta e gás lacrimogêneo. Também serão instaladas 600 câmeras em pontos estratégicos do Rio.