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Após um quarto lugar no individual geral na ginástica artística, nesta segunda-feira, e ficar muito próxima de garantir mais uma medalha para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, a ginasta Jade Barbosa admitiu, emocionada, que "relaxou" nas barras assimétricas.
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"Posso ter relaxado um pouco porque minha série nas barras assimétricas é muito difícil no início e eu cai justamente depois de ter passado pela parte mais complicada, mas ginástica é ginástica. A gente não sabe o que vai acontecer", comentou a brasileira.
Além disso, Jade disse também que sentiu a pressão por competir pela primeira vez no Brasil.
"Nunca tinha competido no Brasil. Essa é minha primeira competição adulta e também sou nova (tem 16 anos). Com certeza atrapalhou um pouco", afirmou Jade, que nesta terça competirá na final dos quatro aparelhos.
No momento em que falhou nas barras assimétricas e chorou ao cair do aparelho, Jade comentou que tentou conter as lágrimas.
"Na hora eu pensei: 'não acredito nisso, treinei tanto', mas realmente engoli o choro e completei a série", completou.
Jade disse também que seu avô Wilson Fernandes, que mora nos Estados Unidos, veio para o Brasil para ver o Pan e, no sábado, quando a ginasta competiu no torneio por equipes, ele se sentiu mal e precisou ir embora. Nesta segunda, senhor Wilson sequer esteve na Arena.