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Após a derrota que tirou a medalha de ouro da brasileira Érika Miranda, houve uma confusão na arquibancada. A torcida se revoltou com a marcação dos juízes que rendeu a vitória à cubana Sheila Espinoza por um koka e começou a atacar copos em direção aos árbitros e aos caribenhos.
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O ex-judoca Aurélio Miguel, ao tentar apartar uma briga que começou entre torcedores cubanos e brasileiros, quase foi agredido no Pavilhão 4 do Riocentro.
"Apenas fui tentar apartar. Um deles (cubanos) pulou aqui e eu joguei ele para baixo. Eles estão loucos", afirmou o ex-atleta. Os soldados da Força Nacional tiveram que entrar no complexo para organizar a confusão.
Logo após o final da luta, um torcedor também jogou um copo no juiz da disputa, o dominicano Juan Thalas. No momento da bancada de árbitros sair do local, vários objetos foram lançados neles por torcedores.
No momento da premiação, toda a torcida que acompanhou a luta gritou o nome de Érika, que chorava copiosamente no pódio. Quando a cubana recebeu sua medalha, os torcedores ignoraram o hino caribenho e cantaram o Nacional.
Por causa desse problema no Pavilhão 4, o restante das lutas chegaram a ser suspensas.