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Paraná negocia ceder estádio e ganhar modernização da Vila Olímpica

24 abr 2013
13h23
atualizado às 13h35
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A briga judicial, que se alastra por 42 anos, envolvendo o Paraná Clube e a extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA) está perto de acabar. Com a última decisão, colocando a União como detentora da posse do Estádio Durival Britto e Silva, a situação do clube ficou praticamente irreversível.

<p>Atlético-PR venceu Coritiba no último fim de semana, na Vila Olímpica</p>
Atlético-PR venceu Coritiba no último fim de semana, na Vila Olímpica
Foto: Coritiba / Divulgação

Apesar de já recorrer, o Paraná caminha para um acordo nesse processo. Na última semana, dirigentes do clube conversaram com integrantes da principal torcida organizada e depois, com outros torcedores que colaboram voluntariamente, para explicar duas questões: o empréstimo da Vila Capanema e Vila Olímpica ao rival Atlético-PR (confirmada oficialmente ontem) e o projeto de um “novo estádio” que está em negociação.

Blog Abrindo o Jogo: Justiça pode levar Paraná definitivamente à Vila Olímpica

Embora não tenham aprovado as ideias no começo, o desenvolvimento da conversa acalmou os torcedores, pois o clube cederia sua casa e ganharia, em contrapartida, uma modernização no estádio localizado no Boqueirão.

Por não querer alongar esse briga judicial por mais uma década, a União estaria disposta a passar o terreno, de propriedade federal, para a Prefeitura de Curitiba. Como forma de pagamento ao Paraná, a Vila Olímpica será totalmente modernizada, deixando o local como sua “casa oficial”, atendendo o conforto que a torcida tanto cobra dos dirigentes que passam pelo time tricolor.

Durante as obras, o Atlético-PR já se ofereceu para alugar a Arena da Baixada. Porém, até a conclusão da Vila Olímpica - que durará dois anos para ser executada - o Paraná vai continuar utilizando a Vila Capanema. A ideia é começar a obra já em 2014 e entregar no início de 2016.

Sem poder mexer no Durival Britto e Silva por decisão judicial, o projeto para a cobertura da Curva Norte, denominado "Curva Show", está empacado e será descartado. Com isso, o dinheiro arrecadado em projetos conjuntos da torcida que já estão em andamento vão ser destinados para outros fins ainda não definidos.

Os valores para a total modernização do Erton Coelho Queiroz ainda não foram definidos e estão em estudos. Especula-se nos bastidores que ultrapassaria R$ 100 milhões. A diretoria do Paraná, assim como a do Coritiba, já deixou claro que iria atrás de recursos públicos, como está sendo feito para a reforma da Arena da Baixada, com o potencial construtivo.

Fonte: PGTM Comunicação - Especial para o Terra PGTM Comunicação - Especial para o Terra
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