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Técnico do Paraná desabafa contra salários atrasados

14 ago 2013
04h07
atualizado às 07h41
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Após a importante vitória por 3 a 1 diante do concorrente direto na Série, o Boa Esporte, a imprensa aguardava o técnico Dado Cavalcanti para suas considerações na coletiva. A demora já mostrava que algo – até comentado nos bastidores antes do jogo – fosse acontecer.

Brasileiro Série B 2013Rodada 15

Paranápar-qParaná3
1BoaBoaboa

  • Paulo Sérgio 14 ' (1T)
  • Kayke 35 ' (1T)
  • Lúcio Flavio 14 ' (2T)
  • Fernando Karanga 38 ' (1T)
2013-08-13 22:30 GMT-000 (D) FinalizadoVila Capanema

“Peço desculpas, mas hoje vocês (repórteres) vão ficar sem respostas. É um momento de eu conversar sobre algumas situações que o clube vive”, afirmou ao segurar o microfone, enquanto os jornalistas já preparavam as perguntas.

<p>Treinador paranista valorizou o elenco e pediu ajuda financeira para que o Paraná tenha condições de subir à Série A</p>
Treinador paranista valorizou o elenco e pediu ajuda financeira para que o Paraná tenha condições de subir à Série A
Foto: Paraná Clube / Divulgação

O técnico do Paraná decidiu, após duas semanas, desabafar sobre o momento já conhecido do clube desde 2009: atrasos salariais – um mês dos atletas e dois dos funcionários, atualmente. “Nunca teve algum tipo de rebelião, entendemos a dificuldade, mas o Paraná precisa de ajuda. Temos todas as possibilidades de subir, mas não sozinhos”, afirmou.

Cavalcanti criticou o fato do time ainda não ter um patrocínio máster neste ano (teve apenas um pontual: contra Palmeiras e nesta terça-feira) e pediu para que a torcida compareça em maior número, além da ajuda de empresários e conselheiros. “Vivemos apenas de renda”, lamentou.

Para finalizar, o treinador do clube paranaense decidiu que faria esse pronunciamento sozinho, sem expor seu elenco, que fez questão de elogiar. “Nossa equipe se mostrou guerreira em todos os momentos que entrou em campo. Brigamos contra equipes com folhas salariais muito superiores e em dia. Estamos honrando a camisa. O clube é grande e não pode passar por isso. Precisamos da compreensão de todos para sermos mais forte e conseguirmos esse acesso juntos”, finalizou.

Fonte: PGTM Comunicação - Especial para o Terra PGTM Comunicação - Especial para o Terra
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