Boxe
Cuba representa a maior potência do boxe olímpico
O boxe faz parte do programa olímpico desde Saint Louis-1904. No entanto, o esporte já era praticado durante os Jogos Olímpicos antecedentes à Atenas-1896.
Na época, os lutadores não tinham luvas e competiam com faixas de couro enroladas nas mãos. A luta acabava quando um dos combatentes caia exausto ou pedia para encerrar a disputa.
Mais tarde, os romanos retomaram os combates, mas com o uso de luvas com objetos pontiagudos grudados, que faziam com que a luta acabasse freqüentemente com a morte de um dos lutadores.
O boxe só não foi aceito para Atenas-1896 porque os organizadores dos Jogos consideraram o esporte muito perigoso. Em Estocolmo-1912, ele também foi banido, porque ia contra as leis da Suécia.
Dentre os maiores lutadores olímpicos de todos os tempos estão Muhammad Ali (que esteve nos Jogos com o nome de Cassius Clay) e Teofilo Stevenson, três vezes medalha de ouro.
Forças:
Historicamente, Cuba representa a maior potência do boxe olímpico. Sem a possibilidade de se profissionalizarem na ilha, os melhores pugilistas do país são aproveitados na modalidade e já produziram nomes como Teófilo Stevenson, tricampeão olímpico.
Os Estados Unidos, apesar de perderem com freqüência atletas de grande potencial para o boxe profissional, são concorrentes fortes de Cuba e já competiram com Muhammad Ali, por exemplo. Os países do leste europeu, principalmente a Rússia, historicamente também colocam atletas no pódio.
O Brasil busca terminar com um jejum que completará 40 anos em 2008. A última medalha olímpica na modalidade veio com o bronze de Servílio de Oliveira, na Olimpíada da Cidade do México.
Provas: superpesado (acima de 91kg)
pesado (até 91Kg)
meio-pesado (até 81Kg)
médio (até 75kg)
meio-médio (até 69Kg)
médio-ligeiro (até 64Kg)
leve (até 60kg)
meio-leve (até 57Kg)
pena (até 54kg)
mosca (até 51Kg)
mosca-ligeiro (até 48Kg)
Redação Terra