Brasil, de Jade Barbosa, busca sua 1ª medalha
Praticada desde a Antigüidade, a ginástica artística ganhou sua forma moderna pelas mãos do professor alemão Friedrick Ludwig Jahn, que formulou regras e aparelhos, e abriu o primeiro campo de ginástica de Berlim, em 1811.
Na ginástica artística, a competição pode ser individual ou por equipes, sendo aberta a homens, que disputam seis provas (salto, cavalo, argolas, barra fixa, paralelas e solo); e mulheres, que disputam quatro provas (salto, trave, paralelas e solo).
O objetivo é conseguir a melhor nota na avaliação dos juízes, que avaliam o grau de dificuldade dos movimentos e a execução. Para obter pontos extras, o ginasta deve acrescentar outros elementos além daqueles obrigatórios para todos os aparelhos.
Forças:
A Romênia voltou a se destacar em uma Olimpíada na ginástica artística em 2004, quando ficou com quatro medalhas de ouro. Estados Unidos, China e países europeus como Espanha e Itália também representam forças do esporte em Olimpíadas.
Mesmo com a evolução nos últimos anos e o surgimento de Daiane dos Santos e Daniele Hypólito, o Brasil ainda busca sua primeira medalha na modalidade. As principais esperanças em Pequim são Jade Barbosa, terceira no individual geral do último Mundial, e Diego Hypólito, ouro no solo.
Provas: solo masculino
cavalo com alça masculino
barra fixa masculino
barras paralelas masculino
argolas masculino
salto sobre o cavalo masculino
individual geral masculino
equipes masculino
salto sobre o cavalo feminino
solo feminino
barras assimétricas feminino
trave feminino
individual geral feminino
equipes feminino
Redação Terra