Handebol
Países europeus costumam dominar a modalidade
Quando estreou na Olimpíada, em Berlim-1936, as partidas de handebol eram disputadas em gramados e não em ginásios com quadra de cimento. Por volta do ano de 1848, o professor dinamarquês Holger Nielsen criou, no Instituto de Ortrup, um jogo denominado Haandbold.
Na mesma época, os checos conheciam jogo semelhante denominado Hazena. Fala-se também de um jogo similar na Irlanda e no El Balon do uruguaio Gualberto Valetta, como precursores do handebol.
Todavia o handebol, como se joga hoje, foi introduzido na última década do século passado, na Alemanha. Em 1919, o professor alemão Karl Schelenz reformulou o Torball, alterando seu nome para Handball com as regras publicadas pela Federação Alemã de Ginástica para o jogo com 11 jogadores.
Em 1920, o diretor da Escola de Educação Física da Alemanha tornou o jogo desporto oficial.
A divulgação na Europa deste novo desporto não foi difícil, visto que Karl Schelenz era professor na então famosa Universidade de Berlim onde seus alunos, principalmente os estrangeiros, difundiram as regras então propostas para vários países.
Com o grande crescimento do futebol com quem dividia o espaço de jogo, com as dificuldades do rigoroso inverno, muitos meses de frio e neve, o handebol de campo foi paulatinamente sendo substituído pelo chamado de handebol de salão, que mostrou-se mais veloz e atrativo. As maiores forças do esportes nos Jogos são os países do Leste Europeu.
Forças:
A Europa concentra as principais forças do handebol mundial. Na última Olimpíada, por exemplo, apenas a Coréia do Sul, prata no feminino, ficou como intrusa no quadro de medalhas da modalidade. Croácia e Dinamarca ficaram com os ouros.
No feminino, o Brasil passa por uma evolução constante, sendo que ficou com o sétimo lugar em Atenas. No masculino, a concorrência é maior, mas o Brasil já está classificado para mais uma tentativa.
Provas: masculino
feminino
Redação Terra