Luta olímpica
Modalidade esteve presente em todas as edições
O esporte é um dos mais antigos da história da humanidade, com registros de sua prática em pinturas egípcias de 5 mil anos antes de Cristo. As lutas também faziam parte da programação dos Jogos da Era Antiga.
Quando os organizadores da primeira Olimpíada da Era Moderna, em Atenas-1896, resolveram incluir uma modalidade que resgatasse as tradições dos ancestrais, escolheram a luta Greco-Romana.
Em Saint Louis-1904, o estilo livre foi incorporado ao programa de lutas, graças à sua popularidade nos Estados Unidos e Grã Bretanha. A greco-romana difere da livre por um aspecto: na primeira só se pode usar os braços e o tronco, enquanto na segunda, o uso das pernas também é permitido.
Nas duas o objetivo é imobilizar o adversário de costas para o chão. Golpes baixos, estrangulamento, dedo no olho e puxões de cabelo são proibidos.
Os combates são disputados em três rounds de dois minutos cada.
Caso nenhum dos atletas consiga imobilizar seu oponente, a luta é decidida por pontos, que variam de acordo com os golpes e punições aplicados.
Forças: A Rússia é o país com melhores resultados na luta olímpica. Em Atenas, juntando os estilos livres e greco-romano, os russos conquistaram cinco medalhas de ouro.
Como segunda força da modalidade, estão países como Japão, Azerbaijão, Uzbequistão e Geórgia. O Brasil nunca conquistou uma medalha olímpica na modalidade e o máximo de vitórias em Pequim será motivo de comemoração.
Provas: até 55kg masculino
até 60kg masculino
até 66kg masculino
até 74kg masculino
até 84kg masculino
até 96kg masculino
até 120kg masculino
até 48kg feminino
até 55kg feminino
até 63kg feminino
até 72kg feminino
Redação Terra