Nado sincronizado
Modalidade está na pogramação olímpica desde 1984
Antes de se tornar modalidade olímpica, o nado sincronizado era, literalmente, coisa de cinema. A partir dos shows aquáticos com acrobacias apresentados nos Estados Unidos no começo do século XX pela nadadora australiana Annette Kellerman, a modalidade foi desenvolvida por Katherine Curtis ao associar figuras feitas na água por corpos de nadadoras com acompanhamentos de músicas e chegou aos musiciais do estúdio MGM estrelados nas décadas de 40 e 50 por Esther Williams.
Após uma apresentação dos alunos de Katherine Curtis na Feira Século do Progresso, realizada na cidade norte-americana de Chicago em 1933 e 34, o nadador olímpico Norman Ross cunhou o termo "nado sincronizado".
O seu formato atual foi desenvolvido na mesma época pelo estudante norte-americano Frank Havlicek. É um dos poucos esportes restrito apenas a mulheres, que competem em solos, duetos ou equipes de oito, fazendo figuras obrigatórias e livres em uma piscina e avaliados na técnica e na criatividade por jurados.
Forças:
Na Olimpíada de Atenas-2004, apenas três países subiram ao pódio no nado sincronizado: Rússia, que ficou com dois ouros, o Japão, com duas pratas, e os Estados Unidos, com dois bronzes.
Os três países devem monopolizar a disputa por medalhas novamente em Pequim. O Brasil aparece como força secundária, mas em evolução, com chances de surpreender.
Provas: dueto feminino
time feminino
Redação Terra