Pequim
 
Brasil
 

Pequim 2008

Domingo, 20 de julho de 2008, 09h39 Atualizada às 16h42

Destaque do Grand Prix toparia ser modelo

  • Notícias

Destaque da Seleção Brasileira no Grand Prix, Mari diz que aceitaria convite para ser modelo
Destaque da Seleção Brasileira no Grand Prix, Mari diz que aceitaria convite para ser modelo
Reinaldo Marques/Terra

Flávio Dilascio

Afastada da Seleção feminina de vôlei desde a perda do título do Pan-Americano 2007 para Cuba, a ponteira Mari voltou ao time brasileiro em grande estilo e recebeu o prêmio de melhor jogadora na conquista do Grand Prix.

Fotogênica, Mari destaca-se também pela beleza. Dentre as jogadoras da atual Seleção, ela é uma das preferidas do público. Vendo tamanha admiração, a jogadora diz que aceitaria fazer algum trabalho na área da moda, embora isto ainda seja inédito em sua vida.

"Nunca fiz, mesmo porque não tenho muito tempo para pensar nisso. Mas toparia fazer alguma coisa legal", afirmou a jogadora, que mês que vem estará desfilando todo o seu talento nas quadras de Pequim.

Paulista de nascença, Marianne Steinbrecher tem 24 anos e é descendente de russos e alemães. Ainda menina, foi morar em Rolândia, no Paraná, onde começou a jogar vôlei por indicação médica. É considerada uma das musas da equipe, tem corpo de manequim, mas espera ser reconhecida mesmo como modelo de superação.

Do alto do bom momento na carreira, Mari lembra das situações desesperadoras que passou desde que começou a jogar vôlei. "Tive vários momentos tristes, mas o dia em que soube da lesão do ombro e que teria que operá-lo foi o mais difícil de todos", lembrou, referindo-se à cirurgia que teve de se submeter pouco antes do Grand Prix de 2005.

Ouro

Atual campeã do Grand Prix jogando um voleibol altamente vistoso, a Seleção Brasileira nunca foi tão favorita ao inédito ouro feminino na modalidade. Tal favoritismo, porém, vem sendo encarado com ceticismo, para evitar um possível relaxamento. "O favoritismo atrapalha pelo peso que carregamos por saber que somos um time muito bom. Em contrapartida, os outros times jogam com menos responsabilidade e todos acabam querendo ganhar do melhor", comentou Mari.

Calejada pela derrota para a Rússia na semifinal dos Jogos de Atenas, Mari mantém os pés no chão em relação à expectativa por medalhas em Pequim. "Não gosto de fazer promessas antes, mas estou tentando ser o mais correta possivel. Espero fazer apresentações melhores que o Grand Prix e prometo me esforçar muito na busca por este título", completou.


JB Online