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Pequim 2008

Sexta, 15 de agosto de 2008, 05h26 Atualizada às 05h51

Sheilla: "Cazaquistão não é fraco, nós que somos fortes"

Brasileiras tentam bloqueio sobre ataque adversário
Brasileiras tentam bloqueio sobre ataque adversário
EFE

Liana Pithan
Direto de Pequim

Após o treino de luxo da Seleção Brasileira feminina de vôlei, na vitória contra o Cazaquistão, nesta sexta-feira, por 3 sets a 0, parciais de 25/13, 25/6 e 27/25, as meninas do Brasil ganharam confiança e para a oposto Sheilla foi uma prova da força da equipe que está invicta nos Jogos Olímpicos de Pequim.

"Nós jogamos com a defesa e o ataque muito forte hoje, não deixamos elas jogarem, não quero dizer que o Cazaquistão seja fraco, nós é que estamos muito fortes, por isso é que elas não conseguiram jogar", enalteceu a oposto Sheilla.

Já para Mari, as quatro vitórias que a equipe conquistou até aqui na Olimpíada foram muito importante para dar moral ao grupo e ganhar bastante confiança.

"Nós tivemos uma boa partida então vamos relaxar um pouco, nossas vitórias nos deram muita confiança, e quanto mais confiantes nós estamos, mais fácil fica em atingir nosso objetivo que é ganhar a medalha de ouro", declarou a atleta.

A levantadora Fofão comentou sobre a qualidade da equipe cazaque no terceiro set ao complicar a vida do Brasil que vencia por 24 a 21 e só conseguiu fechar a parcial em 27 a 25.

"Se o Cazaquistão tivesse jogado nos dois primeiros set como jogou no terceiro a partida teria sido mais competitiva e intensa", admitiu a levantadora que ainda disse que o jogo serviu para o técnico testar variações.

"O jogo serviu para o Zé Roberto testar várias opções para o time, isso ajuda pois daqui para frente vai ser bem mais difícil", declarou Fofão.

Já o técnico Zé Roberto disse ser normal o time perder o ritmo após as substituições, mas ao contrario do que mostrou o resultado, ele acho o jogo equilibrado.

"O jogo foi equilibrado, até foi bom isso acontecer com o time, faz com que se teste o poder de concentração das jogadoras aproveitei para fazer o que já tinha pensado para o jogo com a Itália", argumentou o técnico.

Sobre o escolher um adversário, o que pode acontecer caso vença ou perca "propositalmente" para Itália na próxima partida, o Zé Roberto foi direto na sua resposta.

"Eu não escolho adversário, o importante é passar em primeiro e depois passar para segunda fase", concluiu o treinador.

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Redação Terra