Atualizada às 00h48
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| Claudinha deixa a quadra amparada pelo técnico Bassul |
| AP |
Liana PithanDireto de Pequim
Terminou com frustração e choro a despedida da armadora Claudinha da Seleção Brasileira feminina de basquete. Após a vitória sobre a Bielo-Rússia neste domingo, resultado que pouco alterou a condição de eliminada e lanterna do Grupo A da Olimpíada, a jogadora, 33 anos, saiu de quadra chorando.
"Esperava que a Seleção fosse melhor. É a minha última disputa pela equipe", reiterou Claudinha, despedindo-se do time do técnico Paulo Bassul.
As lágrimas na despedida de Pequim não foram uma exclusividade da experiente atleta. A armadora Adrianinha, líder e melhor jogadora do Brasil no torneio olímpico, também deixou chorando a arena após a primeira e única vitória do País no basquete.
"Sempre poderemos fazer o melhor, ainda mais nos momentos de decisão. Fico triste pela campanha, mas acho que essa vitória nos ajudará a pensar mais para o futuro", destacou.
A camisa 4 diz que acreditava mais nas companheiras e se mostrou frustrada com o rendimento. "Eu esperava ir mais longe, mas perdemos alguns jogos faltando sete segundos e isso não pode acontecer", reiterou, citando o duelo contra a Rússia.
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Redação Terra