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Pequim 2008

Segunda, 18 de agosto de 2008, 10h45 Atualizada às 15h30

Isinbayeva confirma favoritismo e quebra recordes

Isinbayeva honrou favoritismo e garantiu ouro à Rússia
Isinbayeva honrou favoritismo e garantiu ouro à Rússia
Marcelo Pereira/Terra

Julio Gomes Filho
Direto de Pequim

A musa russa Yelena Isinbayeva confirmou seu favoritismo na manhã desta segunda-feira (horário de Brasília) e não apenas conquistou a medalha de ouro no salto com vara dos Jogos Olímpicos de Pequim, como quebrou os dois recordes estabelecidos por ela mesmo, o olímpico e o mundial, esse último superado por apenas um centímetro.

Sem concorrentes, Isinbayeva teve tranquilidade para cumprir o objetivo pelo qual foi a Pequim: quebrar recordes. O primeiro foi difícil, precisou das três tentativas, mas a russa saltou 4,95 m e quebrou seu próprio recorde olímpico, de Atenas 2004, de 4,91 m.

Mas, para a russa, ainda era pouco. Disposta a ir para o tudo ou nada, Isinbayeva subiu o sarrafo para 5,05 m e, assim como nos 4,95 m, precisou de três oportunidades para quebrar mais um recorde que pertencia a ela, o mundial, que antes era de 5,04 m.

Repetindo sempre o mesmo mantra secreto antes de tentar o salto sobre o sarrafo, o dia foi da russa no Ninho de Pássaro. Para garantir a medalha de ouro, ela precisou saltar apenas duas vezes na decisão desta segunda, a última delas em 4,85 metros, marca não superada por nenhuma concorrente.

O rendimento já havia sido semelhante na classificatória, quando a russa pulou apenas uma vez para conseguir a vaga na final.

Enquanto a brasileira Fabiana Murer tinha problemas com a organização, Isinbayeva descansava. A atleta só foi à pista pela primeira vez para saltar 4, 70 m, marca atingida na primeira tentativa.

A principal concorrente da européia foi a norte-americana Jennifer Stuczynski, que atingiu 4,80 m, até então a melhor marca do dia.

Stuczynski é dona da segunda melhor marca da história (4,92 m), mas sua ambição durou pouco. Isinbayeva foi à pista pela segunda vez no dia (terceira no total) e cravou 4,85 m, obrigando as rivais a superarem sua marca.

A norte-americana topou o desafio, mas acabou falhando em todas as suas três tentativas de saltar 4,90 m e teve de se contentar com a medalha de prata.

A russa Svetlana Feofanova, até então a vice-campeã olímpica, saltou 4,75 m, sua melhor marca pessoal na temporada, e ficou com o bronze.

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Redação Terra