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Pequim 2008

Domingo, 24 de agosto de 2008, 11h45 Atualizada às 11h45

Natação vê mais de 80 recordes serem dizimados

Stephanie Rice quebrou três recordes mundiais em Pequim
Stephanie Rice quebrou três recordes mundiais em Pequim
Getty Images

Direto de Pequim

Não houve competição nos Jogos Olímpicos de Pequim que chamasse mais a atenção no que diz respeito ao desempenho dos atletas do que a natação. No impressionante Cubo D'Água, construído com a mais alta tecnologia, foram quebrados nada menos do que 87 recordes - 25 mundiais e 62 olímpicos.

Outro fator apontado para o desempenho dos nadadores foi o LZR Racer, apelidado de "maiô milagroso". A roupa, lançada em fevereiro pela Speedo, depois de três anos de pesquisas com a Nasa (sigla norte-americana para Agência espacial Norte-Americana), é uma inovação tecnológica, que se viu no centro de suspeitas e no limite da ilegalidade.

O traje, sem nenhuma costura, consegue um maior deslizamento na água. Tem placas de poliuretano, que melhoram a flutuação, o que, em princípio, é proibido pelo regulamento da Federação Internacional de Natação (Fina). Mesmo assim, o equipamento foi liberado, provocando protestos de outros fornecedores de material esportivo para os atletas.

Em sete provas diferentes - três de revezamento, o nadador norte-americano Michael Phelps conseguiu novas marcas mundiais. Apenas nos 100 m borboleta ele ficou devendo. O brasileiro César Cielo quebrou por três vezes o recorde olímpico dos 50 m livre e agora é o detentor da marca com 20s30.

Destaques

O japonês Kosuke Kitajima tornou-se em Pequim o primeiro homem a ganhar tanto a prova dos 100 m quando a dos 200 m peito em duas Olimpíadas. Kitajima liderou toda a prova dos 200 m para vencer em 2min07s64, a apenas 0s13 de seu próprio recorde.

Stephanie Rice, vencedora dos 200 e 400 m medley e dos 4 x 200 m livre, todas com recordes mundiais, foi o principal destaque da equipe australiana.

A alemã Britta Steffen, ouro nos ouro nos 50 e 100 m livre, a britânica Rebecca Adlington (400 e 800 m livres), e Kirsty Coventry, do Zimbábue, com um ouro e três pratas, também se destacaram.

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Redação Terra