Atualizada às 11h45
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| Stephanie Rice quebrou três recordes mundiais em Pequim |
| Getty Images |
Direto de Pequim
Não houve competição nos Jogos Olímpicos de Pequim que chamasse mais a atenção no que diz respeito ao desempenho dos atletas do que a natação. No impressionante Cubo D'Água, construído com a mais alta tecnologia, foram quebrados nada menos do que 87 recordes - 25 mundiais e 62 olímpicos.
Outro fator apontado para o desempenho dos nadadores foi o LZR Racer, apelidado de "maiô milagroso". A roupa, lançada em fevereiro pela Speedo, depois de três anos de pesquisas com a Nasa (sigla norte-americana para Agência espacial Norte-Americana), é uma inovação tecnológica, que se viu no centro de suspeitas e no limite da ilegalidade.
O traje, sem nenhuma costura, consegue um maior deslizamento na água. Tem placas de poliuretano, que melhoram a flutuação, o que, em princípio, é proibido pelo regulamento da Federação Internacional de Natação (Fina). Mesmo assim, o equipamento foi liberado, provocando protestos de outros fornecedores de material esportivo para os atletas.
Em sete provas diferentes - três de revezamento, o nadador norte-americano Michael Phelps conseguiu novas marcas mundiais. Apenas nos 100 m borboleta ele ficou devendo. O brasileiro César Cielo quebrou por três vezes o recorde olímpico dos 50 m livre e agora é o detentor da marca com 20s30.
Destaques
O japonês Kosuke Kitajima tornou-se em Pequim o primeiro homem a ganhar tanto a prova dos 100 m quando a dos 200 m peito em duas Olimpíadas. Kitajima liderou toda a prova dos 200 m para vencer em 2min07s64, a apenas 0s13 de seu próprio recorde.
Stephanie Rice, vencedora dos 200 e 400 m medley e dos 4 x 200 m livre, todas com recordes mundiais, foi o principal destaque da equipe australiana.
A alemã Britta Steffen, ouro nos ouro nos 50 e 100 m livre, a britânica Rebecca Adlington (400 e 800 m livres), e Kirsty Coventry, do Zimbábue, com um ouro e três pratas, também se destacaram.
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Redação Terra