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Sábado, 4 de agosto de 2012, 14h31

Países africanos deveriam concorrer à sede da Olimpíada de 2024, diz ministro

O ministro britânico da Olimpíada, Hugh Robertson, encorajou as nações africanas a concorrer para sediar a Olimpíada de 2024, dizendo no sábado que as Olimpíadas não deveriam se limitar aos países ricos.

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Com atletas dominantes nas provas de longa distância no atletismo, o continente africano nunca sediou uma Olimpíada. A África do Sul teve a oportunidade de, em 2010, sediar a Copa do Mundo de futebol.

"Acredito firmemente de que as Olimpíadas não deveriam se restringir à Europa Ocidental, aos Estados Unidos e às nações prósperas do Oriente", disse Robertson em um evento de um comitê olímpico africano.

"Esta é uma das coisas mais excitantes sobre o Rio (cidade-sede da Olimpíada de 2016). E eu gostaria muito de ver as Olimpíadas indo ao continente africano em anos futuros."

Nenhuma cidade africana está na lista final de candidatas a sediar os jogos de 2020, cuja vencedora será anunciada em 2013, após as poucas que propuseram sediar o evento falharem em seguir adiante.

Mas Casablanca, no Marrocos; Durban, na África do Sul; e Alexandria, no Egito, estão sendo apontadas como possíveis candidatas para 2024.

"Espero muito que as nações africanas concorram por 2024", disse Robertson na Vila Africana, no Hyde Park em Londres.

"Penso ser muito bom para as Olimpíadas se espalhar por todo o mundo, para que os valores olímpicos viajem o mais longe possível. Eu absolutamente adoraria ver isso acontecer no continente africano."

Ele deu as boas-vindas à participação do maratonista do Sudão do Sul, Guor Marial, que irá competir na maratona sob a bandeira olímpica. O Sudão do Sul, o mais novo país do mundo, ainda não estabeleceu um comitê olímpico e não teve como mandar uma equipe aos Jogos.

"Você quer o máximo de pessoas competindo pelas mais diferentes nações," disse Robertson. "E o Sudão do Sul é agora independente, então estou feliz por terem representação aqui, e logo será sob sua própria bandeira", completou o dirigente.

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Reuters