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Por 0s03, esquiador mantém sina do "quase" em Olimpíadas

20 fev 2010
15h05

Três centésimos de segundo tiraram de Erik Guay uma inédita medalha olímpica na última sexta-feira em Vancouver. Desta vez, a decepção foi no super G do esqui alpino e levou ao desespero o atleta canadense, que não aguenta mais a sina de sempre acabar à beira do pódio em competições importantes.

Quinto colocado no super G a 0s03 do terceiro, o americano Andrew Weibrecht, Guay já havia ficado em quarto na mesma prova na Olimpíada de Turim, onde sua diferença para o pódio havia sido de 0s10. No Canadá, em 15 de fevereiro, o atleta viveu situação parecida no downhill, em que sua desvantagem para o terceiro melhor, o americano Bode Miller, foi levemente superior (de 0s24).

"Hoje (sexta) foi o dia mais difícil. É duro de engolir. A medalha estava nas minhas mãos, bem ali", disse o canadense, que teria terminado a prova do super G até em segundo caso tivesse sido 0s07 mais rápido. "Estou cansado disso. Há algo que devo mudar, preciso desbloquear alguma coisa para conseguir essas vitórias. Só não sei o que exatamente".

Guay, 28 anos, ainda tem uma última chance de reverter a sina do "quase" em Vancouver. A partir das 15h30 (de Brasília) da próxima terça-feira, ele competirá no slalom gigante, em que um de seus adversários será o brasileiro Jhonatan Longhi.

Entenda a prova do super G do esqui alpino

Disputado em Olimpíadas desde 1988, a categoria super G do esqui alpino tem um percurso menor que o slalom gigante, mas exige a mesma precisão de manobras - são 30 a 35 mudanças de direção na prova, em média. Tudo isso em velocidades que variam de 110 a 120 km/h.

Diferentemente do downhill, os competidores não podem treinar na pista antes da prova. Apenas uma observação do local na manhã da disputa de medalhas é permitida para que os atletas possam tentar memorizar o trajeto. Cada esquiador tem uma chance de encarar a montanha. O mais rápido leva o ouro. A ordem de partida é determinada pelos resultados da Copa do Mundo da modalidade.

Jogos Olímpicos de Inverno no Terra

O Terra transmite ao vivo a competição em 15 canais simultâneos de vídeo. Além disso, os usuários têm a possibilidade de assistir novamente a todo o conteúdo a qualquer momento. Todo o acesso é gratuito.

Uma equipe de 60 profissionais está encarregada de fazer a cobertura direto de Vancouver e dos estúdios do Terra, em São Paulo, no Brasil, com as últimas notícias, fotos, curiosidades, resultados e bastidores da competição.

A equipe conta com a participação do repórter especialista em esportes radicais Formiga - com 20 anos de experiência em modalidades de neve -, e o pentacampeão mundial de skate Sandro Dias, que comenta a competição em seu blog no Terra.

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Esqui alpino Super-G (M) - Final
Fonte: Terra
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