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De São Marcos a Júlio César: Felipão revive fama em pênaltis

29 jun 2014
07h27
atualizado às 07h35
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Julio César salta durante cobrança do último pênalti do Chile
Julio César salta durante cobrança do último pênalti do Chile
Foto: Sergio Perez / Reuters
A história aponta a favor de Luiz Felipe Scolari quando o assunto é disputa por pênaltis e ela não falhou novamente. Com duas defesas de Júlio César e outra cobrança na trave, o Chile sucumbiu diante do Brasil no Mineirão e assim deu adeus no sábado à Copa do Mundo nas oitavas de final. Seja pelo Palmeiras, por Portugal ou pela Seleção Brasileira, Felipão não costuma se dar mal. 

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Em 1995, o Grêmio foi derrotado pelo Ajax na decisão do Mundial Interclubes, no Japão. Era a final mais importante da carreira do treinador até então, mas a partir dali tudo mudou de lado. A vitória contra os chilenos foi mais uma para o currículo, algo que foi recordado por Scolari ainda no Mineirão.

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"Já vivi cobrança de pênalti quando treinador de Portugal no jogo contra a Inglaterra, na Euro 2004. Depois, a mesma coisa no Mundial 2006, onde ganhamos também. Hoje é a terceira que ganho nos pênaltis e a gente passa, na sequência. Também perdi um Mundial para o Ajax em 1995, nos pênaltis. Um dia se ganha, um dia perde. Hoje era o dia de ganhar. Provavelmente, nessa e na outra fase teremos algumas definições por pênaltis (na Copa)", previu Felipão. 

Ainda em sua carreira por clubes, a história aponta para duas vitórias marcantes em duelos entre Palmeiras x Corinthians pela Copa Libertadores. Em 1999, o então treinador palmeirense contou com as defesas milagrosas de Marcos, o que também se repetiu no ano seguinte quando ele parou Marcelinho Carioca. Com o status de São Marcos, o goleiro se tornou campeão do mundo em 2002.

Felipão abraça o goleiro Ricardo depois da eliminação inglesa na Euro 2004
Felipão abraça o goleiro Ricardo depois da eliminação inglesa na Euro 2004
Foto: Thomas Kienzle / AP

Com Portugal, o grande herói de Felipão foi o goleiro Eduardo. Sem uma carreira muito expressiva por clubes, ele segurou a Inglaterra em dois torneios consecutivos, a Eurocopa 2004 e a Copa 2006. Na primeira, Beckham e Vassell erraram suas cobranças. Na Alemanha, Lampard, Gerrard e Carragher perderam contra os portugueses. 

Já no Mineirão, Luiz Felipe Scolari contou com as defesas de Júlio César. O camisa 12 brasileiro, com o mesmo número que notabilizou Marcos, segurou Alexis Sánchez e Pinilla. Mais tarde, ele voou na bola de Jara, que se explodiu na trave para eliminar o Chile. O Brasil acertou as cobranças com David Luiz, Marcelo e Neymar, mas desperdiçou com William e Hulk. 

Fonte: Terra
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