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Após demissões, santistas estendem protestos e pedem saídas de Laor e Odílio

7 ago 2013
20h32
atualizado às 21h37
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A torcida do Santos não se contentou apenas com o anúncio das saídas de três dirigentes do clube nesta quarta-feira. Poucas horas antes do início do clássico de logo mais, às 21h50 (de Brasília), contra o Corinthians, na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, torcedores do clube estenderam protestos exigindo as destituições do presidente Luis Álvaro Ribeiro e de seu vice, Odílio Rodrigues.

As saídas foram pedidas em faixas estendidas em frente ao portão 16, que dá acesso a entrada dos dirigentes. Entre as exigências, os torcedores pedem "eleições já" - pelo estatuto as do clube acontecerão somente em dezembro de 2014 - e esperam por ajuda para "reconstruir o Santos".

Brasileiro Série A 201338ª Rodada

TimesPJ
5Vitória >>Subiu 15938
6Goiás >>Desceu25938
7Santos >>Subiu 15738
8Atlético-MG >>Desceu15738
9São Paulo >>5038

Conselheiros do clube já colhem assinaturas e entregarão nesta sexta um abaixo-assinado para a convocação de uma assembléia extraordinária para que seja votado um possível impeachment de Luis Álvaro.

O clube anunciou nesta terça a demissão do gerente de futebol Nei Pandolfo, que será substituído pelo ex-meia Zinho na função. Além do cartola, a saída de dois membros do Comitê Gestor, Pedro Luiz Conceição e Caio de Stéfano.

A pressão diante de membros do Comitê Gestor ganhou desdobramentos após a histórica goleada por 8 a 0 sofrida para o Barcelona, da Espanha, na última sexta. Após o revés, um grupo de torcedores protestou na frente do hotel santista. Depois, os muros da Vila Belmiro foram pichados com críticas direcionadas ao presidente Luis Álvaro e a membros do Comitê.

O estopim foi a depredação do escritório do advogado Luciano Moita, um dos sete integrantes, além de novo protesto em frente a um dos portões da Vila Belmiro na noite de terça.

Desde a saída de Neymar, o Santos já anunciou uma série de demissões, a começar com a saída do estafe do próprio atleta, encabeçado por Eduardo Musa, além de dois advogados, do superintendente de futebol Felipe Faro e o superintendente administrativo Henrique Schlithler, acusado de ser corintiano por grande parte da torcida.

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