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Após gerente, Santos aumenta limpa e demite "caçados" do Comitê Gestor

7 ago 2013
14h52
atualizado às 16h06
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Após confirmar a saída do gerente de futebol Nei Pandolfo, que será substituído pelo ex-meia Zinho na função, o Santos demitiu dois membros do Comitê Gestor nesta quarta-feira, poucas horas antes do clássico com o Corinthians, às 21h50 (de Brasília), na Vila Belmiro. Os alvos, desta vez, foram Pedro Luiz Conceição e Caio di Stéfano, dois dos principais alvos de protestos dos torcedores. O clube ainda não confirma oficialmente.

<p>Torcedores do Santos estiveram no CT Rei Pelé para conversar com jogadores; time enfrenta o Corinthians na Vila, nesta quarta</p>
Torcedores do Santos estiveram no CT Rei Pelé para conversar com jogadores; time enfrenta o Corinthians na Vila, nesta quarta
Foto: Lucas Baptista / Futura Press

A saída dos dirigentes assegura o prenúncio de mudanças no clube antecipados pelos vice-presidente Odílio Rodrigues na segunda-feira.

Os novos demitidos eram apontados como líderes de um "racha" político dentro do Comitê Gestor, vistos por conselheiros e torcedores santistas como cabeças de oposição interna contra o presidente Luis Álvaro Ribeiro.

"Não vou me referir ao Nei (Pandolfo, ex-gerente de futebol), pois é um profissional sério. Mas o Comitê tomará atitudes com relação a alguns profissionais", disse.

A pressão diante de membros do Comitê Gestor ganhou desdobramentos após a histórica goleada por 8 a 0 sofrida para o Barcelona, da Espanha, na última sexta. Após o revés, um grupo de torcedores protestou na frente do hotel santista. Depois, os muros da Vila Belmiro foram pichados com críticas direcionadas ao presidente Luis Álvaro e a membros do Comitê. O estopim foi a depredação do escritório do advogado Luciano Moita, um dos sete integrantes, além de novo protesto em frente a um dos portões da Vila Belmiro na noite de terça.

Pedro Luiz virou alvo de críticas por não ter conseguido concluir grandes negociações para reforçar o elenco santista, além de ter sido o interlocutor do clube na saída de Paulo Henrique Ganso para o São Paulo.

Desde a saída de Neymar, o Santos já anunciou uma série de demissões, a começar com a saída do estafe do próprio atleta, encabeçado por Eduardo Musa, além de dois advogados, do superintendente de futebol Felipe Faro e o superintendente administrativo Henrique Schlithler, acusado de ser corintiano por grande parte da torcida.

Fonte: K.R.C.DE MELO & CIA. LTDA – ME K.R.C.DE MELO & CIA. LTDA – ME
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