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Animado por clássico, Ortigoza vê jogo de vida ou morte em São Paulo

17 mar 2015
23h14
atualizado às 23h14
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O sucesso no clássico diante do Huracán pela última rodada do torneio nacional argentino embala o San Lorenzo para o confronto com o São Paulo, previsto para as 22 horas (de Brasília) desta quarta-feira, no Morumbi. Para o volante Néstor Ortigoza, plenamente recuperado fisicamente, o duelo é de vida ou morte para os dois clubes na Copa Libertadores.

Com nove pontos ganhos em três rodadas, o Corinthians lidera o Grupo 2 do torneio continental. São Paulo e San Lorenzo, com os mesmos três pontos em duas rodadas, são adversários diretos na briga pela classificação às oitavas de final. O Danubio, sem pontuar, completa a chave.

"O resultado vai ser muito importante para a definição do grupo. Acho que São Paulo e San Lorenzo são realmente os concorrentes pela classificação. Teremos um jogo muito difícil, em um estádio complicado, no qual eles são muito fortes", declarou o paraguaio.

Ortigoza jogou parte do clássico contra o Huracán na última rodada do campeonato nacional argentino e, após o treino de reconhecimento do Morumbi, realizado na noite de terça-feira, foi confirmado no time titular para encarar o São Paulo, entrando na vaga de Mercier.

"A vitória no clássico aumenta significativamente a autoestima dos jogadores. Para o grupo, é algo que faz muito bem e deixa os atletas fortalecidos mentalmente para disputar essa difícil partida contra o São Paulo. Vamos chegar da melhor maneira", declarou o meio-campista.

Além de trocar Mercier por Ortigoza, o técnico Egardo Bauza resolveu tirar Cetto, Romagnoli e Matos para as entradas de Yepes, Barrientos e Cauteruccio. Todos os atletas sacados têm mais de 32 anos e iniciaram o clássico contra o Huracán como titulares.

Com uma promoção de ingressos, o São Paulo espera receber um bom público no confronto com o San Lorenzo, crucial para as pretensões do time na Copa Libertadores. Experiente, Ortigoza pensa em como usar a torcida local em favor do time argentino.

"Vamos tratar de desarmá-los, porque sabemos que são muito fortes com a bola no pé. Se conseguirmos tomar a bola e movimentá-la de um lado para o outro, a torcida vai ficar impaciente e podemos tirar vantagem desse tipo de situação. Com a posse, também queremos atacar", avisou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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