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Slater e Parkinson admitem dificuldades com as ondas no WCT no Rio de Janeiro

9 mai 2013
17h16
atualizado às 17h31

Mesmo com vitórias em suas baterias nesta quinta-feira e já classificados para a terceira fase da etapa do Rio de Janeiro do Campeonato Mundial de surfe (WCT), o americano Kelly Slater e o australiano Joel Parkinson admitiram ter sentido um pouco de dificuldade no primeiro dia de disputa na Barra da Tijuca.

- Sempre que você vem para o Brasil, costuma vir preparado para surfar ondas menores, mas os tubos estão prevalecendo aqui no Postinho. Parece não estar tão bom quanto no ano passado, mas temos boas ondas e tubos para surfar. Estava olhando o mar desde cedo e dava pra ver que você podia pegar o tubo, mas depois a onda oferecia no máximo uma ou duas manobras, então foi isso que busquei fazer - afirmou Slater.

O americano está na primeira colocação do WCT e é um dos favoritos a terminar a temporada com mais um título, que seria o 12º de sua carreira. Vale lembrar que em 2012, ele não disputou a etapa brasileira por estar em recuperação de uma lesão.

Já Parkinson admitiu que pelas condições das ondas os surfistas também precisam contar com um pouco de sorte. O australiano é o atual campeão mundial e ocupa a quinta posição nesta temporada. Ano passado, ele ficou na segunda colocação no Rio de Janeiro.

- Foi uma boa bateria para começar o evento. Procurei surfar o máximo de ondas possível, pois o mar está muito balançado e a sorte acaba contando um pouco. Estava na Indonésia e até serviu de preparação aqui para o Brasil. A gente vem esperando ondas menores e às vezes se surpreende como no ano passado, com ondas grandes e pesadas aqui no Postinho - disse o surfista.

Fonte: Lancepress! Lancepress!
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