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Feijão se irrita com críticas à quadra: "ninguém é obrigado a ficar"

13 fev 2013
17h35
atualizado às 19h03
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João Souza, o Feijão, adotou um discurso forte para falar sobre as críticas que as quadras da edição 2013 do Brasil Open têm recebido por parte dos tenistas. Considerando o piso como "normal", ainda que não totalmente perfeito, o brasileiro defendeu a competição e deu um recado aos colegas incomodados.

<p>Feijão se incomodou com as críticas às quadras de São Paulo</p>
Feijão se incomodou com as críticas às quadras de São Paulo
Foto: Fernando Borges / Terra

"Ninguém é obrigado a ficar aqui e ficar metendo o pau na quadra", disse Feijão. "Os atletas tem a opção de não vir, tem mais dois torneios para jogar", completou. Na mesma semana em que ocorre o ATP 250 de São Paulo, no saibro coberto, são disputados o ATP 500 de Roterdã, em piso duro coberto, e o ATP 250 de San Jose, em piso duro descoberto.

"Defendo sim, é o único torneio ATP do meu País", prosseguiu o brasileiro. "(Os jogadores) têm hotel cinco estrelas, comida à vontade, transporte, grande público, grande energia. Quem está reclamando tem a opção de não vir jogar".

Disputado desde 2001, o Brasil Open era realizado na Costa do Sauípe até 2012, quando foi transferido para São Paulo e contou com um público acima do esperado pela organização, com cerca de 45.700 mil ingressos vendidos na semana da competição.

A sede do evento é o Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, onde há três quadras para a disputa: a principal é o Ginásio do Ibirapuera e as secundárias estão localizadas no Ginásio Mauro Pinheiro.

Nesta quarta, Feijão avançou à segunda rodada do torneio ao vencer o espanhol Rubén-Ramírez Hidalgo. Este perdia por 7/6 (8-6) quando desistiu no primeiro game do segundo set, depois de escorregar e torcer o tornozelo direito.

Souza minimizou a hipótese de as condições irregulares da quadra terem interferido na queda de Hidalgo, dizendo que o incidente foi uma fatalidade. O brasileiro confirmou ter ouvido "bastantes reclamações dos jogadores" quanto às quadras, mas discordou.

"A quadra não está em perfeitas condições, mas não é qualquer saibro que é igual ao de Roland Garros. Vários torneios do ano não têm as melhores quadras", disse ele, que citou como exemplo a superfície do ATP 250 de Viña del Mar, disputado na semana passada, definindo-a como "lamentável". "Se a quadra é ruim é para os dois, vai pingar errado para mim e para o outro. Agarrar-se a uma coisa tão pequena não vai mudar o resultado de um jogo", opinou.

Nesta quarta, uma polêmica relacionada à Quadra 2, no Mauro Pinheiro, marcou a rodada do Brasil Open. Os alemães Christopher Kas e Dustin Brown se irritaram com as condições do saibro do Ginásio Mauro Pinheiro, em São Paulo. Kas chegou a dizer as palavras "quadra de m..." durante o jogo. Logo depois, a dupla recebeu como punição do árbitro de cadeira a perda automática de um ponto. Ao final, os alemães foram derrotados pelos italianos Simone Bolelli e Fabio Fognini.

Em entrevista ao Terra, Roberto Burigo, gerente geral do Brasil Open, admitiu um problema de prazo para a quadra de saibro ser montada no Ginásio do Ibirapuera, devido a eventos ocorridos no local em janeiro, como o UFC São Paulo.

Segundo o diretor, no Mauro Pinheiro ocorreu um problema com goteiras, o que atrasou a finalização das quadras. Ele ressaltou que um trabalho de “raspagem, nivelamento e troca do pó de telha que fica por cima” é feito entre os jogos e todas as noites por funcionários encarregados da manutenção. 

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Fonte: Terra
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