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Em meio ao silêncio, mulheres torcem e sofrem no US Open

15 set 2009
09h56
atualizado às 10h06

Torcer no tênis é uma tarefa ingrata. Como extravasar em um momento chave, "cantar" um lance ou secar o adversário - tal como é feito no futebol, por exemplo - se o silêncio nas arquibancadas é essencial nesse esporte, para que os tenistas se concentrarem nas jogadas? Pois essa é a vida dos fãs dos principais nomes da modalidade, que soltam a voz apenas quando o ponto é marcado.

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Nesse grupo se encontram as namoradas e mulheres dos tenistas, que (talvez) sofrem ainda mais ao verem seus companheiros em quadra. Nesta edição do US Open, Bec Cartwright vibrou com seu marido, Lleyton Hewitt, até a terceira rodada: o australiano foi eliminado por ninguém menos que o suíço Roger Federer, número um do mundo e que triunfou por 3 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/3, 7/5 e 6/4.

Se Bec lamentou o resultado, o mesmo não se pode dizer de Mirka Federer. Porém, a mulher que também já jogou tênis e que hoje gerencia a carreira do número um do mundo só comemorou até a partida final. Diante do argentino Juan Martin Del Potro, seu marido perdeu a chance de conquistar o hexa do Grand Slam americano ao perder por 3 sets a 2, com 3/6, 7/6 (7-5), 4/6, 7/6 (7-4) e 6/2.

Outros dois favoritos ficaram pelo caminho no US Open e frustraram suas namoradas, acostumadas a vibrar em vez de lamentar resultados. Kim Sears viu o britânico Andy Murray cair nas oitavas - e perder a condição de número dois do ranking mundial - e Francisca Perello acompanhou de perto a derrota do espanhol Rafael Nadal na semifinal do Grand Slam, justamente para o campeão Del Potro.

Kim Sears torceu por Andy Murray até as oitavas de final
Kim Sears torceu por Andy Murray até as oitavas de final
Foto: Getty Images
Fonte: Redação Terra
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