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// Carlos Moyá (ESP)
Biografia Histórico
Perfil Ano a ano
Principais conquistas Grand Slams

Principais conquistas

Carlos Moyà é um dos melhores tenistas dos muitos que o tênis espanhol já teve. Moyà ganhou seu primeiro título do circuito da ATP em 1995 em Buenos Aires, ao derrotar seu conterrâneo Félix Mantilla.

No ano seguinte, ficou pela primeira vez entre dos 20 melhores, ganhando o torneio de Umag, também de Mantilla. Chegou às semifinais de Munique e Bucareste perdendo, respectivamente, para Dosedel e Berasategui.

Perdeu nas semifinais para Muster, mas duas semanas depois conseguiu a revanche em Munique, ao derrotá-lo nas semifinais e bater sua seqüência de 38 jogos invictos no saibro. Jogou pela primeira vez contra a Dinamarca nas partidas decisivas da Copa Davis e venceu os dois jogos que disputou.

Terminou o ano de 1997 como número um espanhol e entre os 10 melhores do mundo pela primeira vez. Venceu o título de Long Island, derrotando Rafter, e conseguiu chegar às finais de outros cinco torneios, três deles no cimento. No Aberto da Austrália teve uma ótima atuação, pois derrotou grandes figuras como Becker e Michael Chang, mas perdeu para Sampras na final.

Depois desse Grand Slam pulou da posição 25 para a 9, e tornou-se o segundo espanhol da história a chegar à final australiana, depois de Andrés Gimeno em 1969.

Chegou às semifinais do Campeonato Mundial de Hannover, onde perdeu para Kafelnikov. Seus registros de vitórias e derrotas na Copa Davis naquele ano foram de 3-1.

Em 1998 ganhou dois títulos, incluindo Roland Garros, vencendo seu conterrâneo Corretja, que se vingou ao finalizar o ano no Campeonato Mundial de Hannover, vencendo Moyà em cinco sets.

Também ganhou o título do Masters de Monte Carlo, vencendo ícones como Muster, Arazi, Kafelnikov, Corretja, Krajicek, e Pioline, na final. Só perdeu um set nesse torneio. Em setembro perdeu a final do torneio de Mallorca para Kuerten. Seus registros finais nesse ano foram de 32-10 no saibro e 15-12 no cimento.

Acumulou mais de dois milhões e meio de dólares.

Em 1999 chegou ao número 1 do mundo durante duas semanas. Nenhum espanhol tinha sido o número 1 desde 1973. Perdeu a final de Indian Wells para Philippoussis.

Durante a temporada no saibro, conseguiu chegar às quartas-de-final em Barcelona, Monte Carlo e às semifinais, em Hamburgo. Em Roland Garros, caiu na quarta etapa ante o campeão desse ano, Agassi.

No Aberto dos Estados Unidos, teve que se retirar por problemas nas costas e só conseguiu jogar mais dois torneios naquele ano. Apesar dessa delicada lesão nas vértebras lombares, conseguiu terminar o ano de 2000 entre os 50 primeiros do ranking da ATP.

Ganhou o torneio de Estoril, enfrentando Clavet. No verão, chegou às quartas-de-final em Long Island e à quarta etapa do Aberto dos Estados Unidos, onde perdeu para T. Martín em dramáticos cinco sets. Perdeu a final de Toulouse para Corretja.

Em 2001, sua trajetória melhorou e conseguiu terminar a temporada entre os 20 primeiros. Ganhou em Umag de Goldmard e chegou à final de Barcelona, perdendo para Ferrero.

No ano seguinte, em 2002, ganhou quatro títulos e 59 jogos no total. Três das finais a que chegou foram contra Ferrero e seus registros nos jogos contra conterrâneos foram de 9-3. Ganhou em Acapulco de Meligeni e, em Bastad, de El Aynaoui: e em Umag, de Ferrer.

Também ganhou o Masters de Cincinnati do número 1, Hewitt, e perdeu o de Monte Carlo para Ferrero. Foi o tenista que ganhou mais jogos no saibro (34) e que salvou mais tie-breaks (27) do circuito da ATP. Também chegou à final de Hong Kong, que perdeu para Ferrero. Na Masters Cup de Xangai também perdeu para Juan Carlos Ferrero. Seus registros foram de 34-7 no saibro e 22-12 no cimento.

Começou 2003 ganhando o torneio no saibro de Buenos Aires, de Coria; o de Barcelona, de Safin; e o de Umag do italiano Volandri. Também chegou às finais de Miami, perdendo para Agassi, e às finais de Viena, onde foi derrotado por Federer.

Esses resultados permitiram-lhe ficar novamente dentro dos dez primeiros do mundo. Jogou a final da Copa Davis pela Espanha contra a Austrália, onde perdeu por 3-1. O único ponto do seu país foi o que conseguiu Moyà em sua vitória sobre Philippoussis.

Em semifinais, também participou na vitória sobre Argentina, ganhando seus dois jogos. Seu registro pessoal no saibro foi de 37-10, somente superado por Ferrero, que obteve 38 vitórias. No Aberto dos Estados Unidos fez um total de 26 aces. Classificou-se para a Masters Cup em Houston e teve um registro de 1-2.

Em 2004, terminou novamente entre os dez primeiros. Ganhou mais de 55 jogos, e 10 dos 17 torneios da ATP de sua carreira. Ajudou a Espanha a ganhar o título da Copa Davis contra a Rússia. Ganhou em Chennai de Srichaphan. Retirou-se da final do Aberto da Austrália, enfrentando Hewitt, devido a uma torção no tornozelo.

Chegou à final de Buenos Aires enfrentando Coria e duas semanas depois ganhou de Verdasco em Acapulco. Em abril, ganhou dois jogos de quartas-de-final da Copa Davis, enfrentando a Holanda, e conseguiu chegar às semifinais do Masters de Monte Carlo.

Em maio ganhou o Masters de Roma, jogando com Nalbandian, perdendo somente um set em todo o torneio. Também chegou até as quartas-de-final de Hamburgo e Roland Garros, perdendo para Coria, e Cincinnati, onde perdeu para Agassi.

Também perdeu nas quartas-de-final dos Jogos Olímpicos de Atenas para Massú. Perdeu um jogo da Copa Davis para Mathieu, nas semifinais. Na Masters Cup de Houston teve um registro de 1-2. Não jogou o circuito europeu de quadra fechada por causa de uma lesão no cotovelo.

Seus registros nessa temporada foram de 33-8 no saibro, classificando-se como o melhor nessa superfície, 23-10 no cimento, e 3-1 na grama. Seu registro no Top 10 foi de 3-8. Em março chegou à sua vitória número 400. E foi o melhor dos espanhóis (14-0) quanto a vitórias entre eles.

Em 2005, ficou fora dos 20 melhores pela primeira vez em 5 anos, mas ganhou um torneio da ATP, pela sexta temporada consecutiva. Seu ombro continuou dando problemas durante o ano todo.

Abriu a temporada ganhando de Srichaphan em Chennai. Chegou às quartas-de-final em Buenos Aires e em Indian Wells, onde perdeu para Roddick.

No saibro, perdeu em Estoril para Robredo nas semifinais e chegou até a quarta etapa em Roland Garros, perdendo para Federer. Não participou do circuito de grama pelos problemas no ombro. Chegou à final da Umag, perdendo para Coria. Seu melhor resultado do resto da temporada foi em Beijing, ao perder nas quartas de final para T. Johansson.