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// Andy Roddick (USA)
Biografia Histórico
Perfil Ano a ano
Principais conquistas Grand Slams

Principais conquistas

Em 2000, Andy Roddick foi o jogador mais jovem a ingressar no Top 200 e foi o número 1 júnior do mundo, com 18 anos e 3 meses. Ganhou os títulos de Grand Slam no Aberto da Austrália e no Aberto dos Estados Unidos sem perder um único set. Também chegou às semifinais de Roland Garros.

Tornou-se o primeiro americano a ganhar o título australiano desde Butch Buchholz, em 1959, e o primeiro a terminar o ano como número 1 júnior do mundo desde Brian Dunn, em 1992. Ganhou seu primeiro jogo da ATP no AMS de Miami, batendo Vicente e perdendo para Agassi na etapa seguinte.

Teve que realizar uma artroscopia no joelho direito em 11 de abril. Chegou às primeiras quartas-de-final da ATP em Washington, perdendo para Agassi. Ganhou seu primeiro título Challenger em Austin. Em torneios de duplas, chegou à final em Las Vegas, perdendo para Fish.

Em 2001, conseguiu ser o jogador mais jovem a terminar o ano entre os 20 melhores tenistas da ATP com apenas 19 anos e 4 meses.

Ganhou três títulos da ATP e se tornou o primeiro adolescente americano a ganhar três ou mais títulos na mesma temporada, desde que Sampras ganhou quatro em 1990. Abriu a temporada ganhando o Challenger de Waikola. Jogou seu primeiro jogo da Copa Davis na Suíça e ganhou de Bastl na primeira etapa.

Manteve-se invicto (3-0), ajudando os Estados Unidos a chegar ao Grupo Mundial em 2002. No AMS de Miami, derrotou Levy, o ex-número 1 Ríos, Sampras e Pavel, antes de perder para Hewitt nas quartas-de-final. Jogou pela primeira vez no saibro no torneio da ATP de Atlanta, perdendo apenas um set até conseguir seu primeiro título da ATP ao derrotar Malisse. Foi o primeiro jovem americano a ganhar um título desse tipo desde Chang em fevereiro de 1992.

Na semana seguinte, em Houston, conquistou o título sem perder um único set. Conseguiu ser o primeiro americano a conseguir títulos no saibro desde Courier, em 1992.

Aumentou sua seqüência de vitórias para 12 jogos, chegando à terceira etapa de Roland Garros em sua estréia, após bater Chang na segunda etapa. Na terceira etapa, contra Agassi, abandonou com 2-2 no terceiro set devido a um problema de tendinite.

Chegou à terceira etapa em sua estréia em Wimbledon. Conquistou seu primeiro título em quadra de cimento em Washington.

Conseguiu uma marca de 10 vitórias no Aberto dos Estados Unidos, antes de perder para o campeão Hewitt em um dramático quinto set. Na Copa Davis, contra a Índia, obteve duas vitórias, ajudando seu país a vencer por 4-1. Demonstrou sua habilidade nos tie-breaks, conseguindo uma marca de 21-11. Nas partidas de duplas, conquistou seu primeiro título da ATP em Delray Beach, chegando à final em Los Angeles.

Em 2002, Roddick foi o americano mais jovem a terminar o ano no Top 10 desde Michael Chang em 1992. Conseguiu dois títulos da ATP em quatro finais e ajudou os Estados Unidos a chegar às semifinais da Copa Davis.

Registrou um recorde naquela temporada da ATP com um serviço de mais de 183 km/h em Wimbledon. Ganhou o título em Memphis e foi finalista em Delray Beach, onde perdeu para Sanguinetti.

Estabeleceu uma marca de 4-0 em jogos da Copa Davis, com duas vitórias em partidas de simples sobre Eslováquia e Espanha. Em abril, repetiu o título no saibro em Houston. Também ganhou o título do torneio de duplas, tornando-se o único a ganhar duas vezes no circuito da ATP daquela temporada.

Chegou à sua primeira final da AMS em Toronto, mas perdeu para Cañas, e às quartas-de-final do Aberto dos Estados Unidos, perdendo para Sampras. Nas semifinais da Copa Davis da França, perdeu em quatro sets para Clement e Grosjean. Conseguiu uma marca de 34-11 na quadra dura e de 14-7 no saibro.

Em 2003, com 21 anos e 2 meses, Roddick foi o tenista americano mais jovem e o segundo no mundo (depois de Hewitt com 20 anos e 8 meses em 2001) a terminar como número 1 na história do ranking da ATP.

Foi o sexto americano a conseguir essa posição e o primeiro desde Agassi, em 1999 (Sampras conseguiu seis vezes, Connors cinco, McEnroe quatro e Courier e Agassi uma vez). Conquistou seis títulos em três tipos diferentes de quadra, após disputar oito finais, vencendo 72 partidas.

Foi o único tenista naquele ano a chegar pelo menos às semifinais em três dos quatro torneios do Grand Slam, conquistando ainda seu primeiro título do Aberto dos Estados Unidos. Além disso, seu serviço no Queen's Club de Londres atingiu 239,7 km/h em junho, em sua trajetória rumo ao título.

Mudou de treinador após perder na primeira etapa de Roland Garros, passando a treinar, a partir de junho, sob as orientações de Brad Gilbert, antigo treinador de André Agassi.

Conseguiu uma marca de 25-11 com um título em maio e de 47-8 com cinco títulos já com Gilbert como treinador, incluindo uma marca de 25-11 no circuito de verão em quadra dura. Chegou às semifinais do Aberto da Austrália, vencendo El Aynaoui nas quartas-de-final em uma partida que durou cinco horas.

O quinto set foi o mais longo da história do Grand Slam. Perdeu para Schuettler nas semifinais. Chegou à final em Memphis e em Houston. Conquistou o título de Saint Polten, derrotando Davydenko, e o do Queen's Club. Em Wimbledon, perdeu nas semifinais para o campeão, Roger Federer.

Começou o circuito nas quadras de cimento com o título em Indianápolis, perdendo para Henman nas semifinais em Washington e conquistando o título do Masters Series de Montreal ao vencer Federer nas semifinais e Nalbandian na final, além de conquistar o título de Cincinnati.

Destacou-se em Flushing Meadows, onde virou um placar adverso de dois sets e salvou um match point nas semifinais diante de Nalbandian, perdendo para Ferrero na final. Ajudou os Estados Unidos a vencer a Eslováquia por 3-2 no Grupo Mundial da Copa Davis, batendo Beck.

Fechou a temporada com a Masters Cup de Houston, perdendo para Federer na final. Conseguiu uma marca de 44-10 na quadra de cimento, 12-6 no saibro, 10-1 na grama e 6-2 na grama sintética. Venceu a maioria dos tie-breaks, atingindo uma marca de 36-21.

Em 2004, Roddick conseguiu quatro títulos da ATP e levou os Estados Unidos à sua primeira final da Copa Davis desde 1997. Chegou a outras quatro finais, incluindo sua primeira partida valendo o título de Wimbledon, onde perdeu para Federer. Jogou 92 jogos em partidas de simples.

Em partidas de duplas, com Federer como parceiro, jogou no circuito da ATP, conseguindo 74 vitórias. Tornou-se o primeiro americano a ganhar 70 ou mais partidas. Perdeu só uma partida na primeira etapa em 18 torneios, sendo derrotado por Cañas no AMS de Roma.

Conseguiu o serviço mais rápido do mundo com uma marca de mais de 249 km/h na semifinal da Copa Davis contra Voltchkov, em 24 de setembro. Abriu os três primeiros meses do ano com títulos em San Jose e no AMS de Miami, e em abril chegou à sua quarta final no saibro em Houston pelo quarto ano consecutivo, perdendo, porém, para Haas.

Conseguiu seus melhores resultados de junho até o final do ano, atingindo um total de 41-10 na relação vitórias-derrotas.

Em oito torneios disputados, chegou a um total de cinco finais, incluindo quatro consecutivas, repetindo o título na grama em Queen's, vencendo Grosjean, e no cimento em Indianápolis, batendo Kiefer em julho.

Também chegou pela primeira vez à final de Wimbledon e foi vice-campeão no AMS de Toronto, perdendo para Federer em ambos os torneios. Perdeu para González na terceira etapa dos Jogos Olímpicos de Atenas, para Agassi nas semifinais do AMS de Cincinnati e para Johansson nas quartas-de-final do Aberto dos Estados Unidos.

Três dos quatro Grand Slam que Roddick perdeu naquele ano foram partidas disputadas em cinco sets. Ajudou os Estados Unidos a ganhar da Bielo-Rússia por 4-0 nas semifinais da Copa Davis e chegou à sua primeira final da ATP asiática em Bangcoc, perdendo para Federer. Classificou-se para a Masters Cup e chegou às semifinais pelo segundo ano consecutivo. Foi derrotado por Hewitt.

Fechou a temporada com derrotas para Nadal e Moyà na final da Copa Davis vencida pela Espanha por 3-2. Conseguiu uma marca de 57-11 na quadra dura, de 11-1 na grama e de 5-5 no saibro. Também melhorou seu histórico pessoal em tie-breaks com um 37-14.

Em 2005, o número 1 americano ficou entre os três melhores pelo terceiro ano consecutivo, destacando-se por seus cinco títulos da ATP em sete finais. Ele havia ganhado pelo menos 50 partidas nas últimas quatro temporadas e quatro títulos da ATP em três anos.

Conseguiu o título em San Jose em fevereiro, em Houston em abril, em Queen's em junho, em Washington em agosto e em Lyon em outubro.

Foi vice-campeão em Wimbledon pela segunda temporada consecutiva e no Masters de Cincinnati, perdendo para Federer em ambas as ocasiões. Na Copa Davis, levou os Estados Unidos ao Grupo Mundial de 2006, vencendo Cristophe Rochus e Olivier Rochus em cinco sets, em uma partida de quatro horas e 32 minutos.

Nos quatro primeiros meses, ganhou 23 de 27 jogos, conseguiu novamente o título em San Jose e a terceira vitória em cinco anos no saibro em Houston, além de chegar às semifinais do Aberto da Austrália, perdendo para Hewitt, de Memphis e do Masters Series de Indian Wells. Nesse último, perdeu novamente para Hewitt.

No circuito europeu no saibro, chegou à terceira etapa no AMS de Roma, perdendo para Verdasco, e à segunda etapa em Roland Garros, perdendo para Acasuso em cinco sets. Teve uma boa temporada na grama, conseguindo seu terceiro título Queen's consecutivo e perdendo para Federer em Wimbledon pelo segundo ano.

Destacou-se também no circuito de verão na quadra dura, ganhando 12 de 15 jogos, chegando às semifinais de Indianápolis, conquistando o título em Washington e o vice-campeonato em Cincinnati, batendo Hewitt nas semifinais e perdendo para Federer na final.

Chegou ao Aberto dos Estados Unidos e perdeu na primeira etapa para Gilles Muller após três tie-breaks. No circuito europeu em quadra coberta, conquistou seu título de número 20 em Lyon e chegou às semifinais do AMS de Paris, sendo derrotado por Ljubicic.

Venceu Rochus no quinto set da Copa Davis, em 25 de setembro, e conseguiu uma seqüência de 98 partidas sem que seu serviço fosse quebrado, o que ocorreu na primeira partida das quartas-de-final contra Federer, em Paris.

Sofreu uma lesão nas costas nessa partida e perdeu no dia seguinte nas semifinais. Classificou-se para a Masters Cup, mas teve de se retirar ao voltar a sentir dores nas costas.