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// Sebastien Grosjean (FRA)
Biografia Histórico
Perfil Ano a ano
Principais conquistas Grand Slams

Principais conquistas

Em 1997, o tenista francês Sebastien Grosjean subiu 250 posições no ranking devido a seus êxitos no circuito Challenger. Conseguiu um registro de 22-10 e ganhou seu primeiro título como profissional em Bratislava, ao derrotar Vasek.

No ano seguinte, chegou às semifinais em Casablanca e Boston, as quartas-de-final em Coral Springs e a quarta etapa em um Grand Slam, Wimbledon, onde foi derrotado por Sampras.

Em 1999, chegou à final em Miami após ganhar de Kuerten na segunda etapa e do número 1 Moyà na quarta, salvando três match points. Também esteve na final de Atlanta, mas perdeu para Koubet, e nas semifinais de outros três eventos. Conduziu seu país à final da Copa Davis, mas a França perdeu por 3-2 para a Austrália. Na partida de quartas-de-final contra o Brasil, enfrentou Kuerten, perdendo de 9-7 no quinto set, depois de 4 horas e 43 minutos de partida. Ganhou o título no Challenger de Cherbourg enfrentando Dupuis.

No ano de 2000, Grosjean melhorou sua posição no ranking pela quinta temporada consecutiva, ano em que ganhou o primeiro título da ATP de sua carreira em quadra de grama, em Nottingham. Nos três primeiros meses da temporada, chegou às semifinais em Marselha, as quartas-de-final em Adelaide e a terceira etapa no Aberto da Austrália, no AMS de Indian Wells e no Aberto Ericsson de Miami.

Foi à final no saibro em Casablanca ao derrotar Puerta, mas perdeu para Vicente. Participou da Copa Davis contra a Áustria, quando a França entrou para o Grupo Mundial de 2001. Em agosto, foi às quartas-de-final em Indianápolis e no Aberto dos Estados Unidos, vencendo o campeão Safin por tie-break no quinto set, na terceira etapa. Durante o circuito europeu em quadra coberta, chegou às semifinais nos AMS de Stuttgart e Estocolmo. Conseguiu uma marca de 26-14 no cimento, 9-7 no saibro e 6-2 na grama.

No ano de 2001, terminou como o tenista número 1 de seu país e entrou no Top 10 pela primeira vez em sua carreira. Tornou-se o primeiro francês a terminar entre os dez melhores desde Cedric Pioline em 1993, e sua classificação nesse ano, de número 6, foi a melhor conseguida por um francês desde Henri Leconte em 1986.

Melhorou sua colocação no ranking da ATP pelo sexto ano consecutivo e ganhou 51 partidas, o mesmo que seu conterrâneo Pioline em 1993. Também foi membro da equipe da Copa Davis.

Classificou-se para sua primeira Masters Cup Series ganhando seu único título da ATP do ano, em Paris, derrotando Haas nas semifinais e Kafelnikov na final. Tornou-se o primeiro francês a ganhar o AMS de Paris desde Guy Forget em 1991.

Aproveitou a oportunidade e foi o primeiro francês a alcançar a final do campeonato de fim de ano, perdendo para Hewitt. Pelo caminho, conseguiu vitórias sobre Agassi, Rafter e Kafelnikov. Começou a temporada com muita força, chegando às semifinais em Sydney, onde ganhou de Federer e foi eliminado por Hewitt, e no Aberto da Austrália, perdendo para seu conterrâneo Clement em cinco sets. Em fevereiro, foi à final em sua cidade natal, Marselha, mas perdeu para Kafelnikov.

Abriu a temporada no saibro no AMS de Monte Carlo, chegando às semifinais.

Teve um registro de 19-8 no saibro, destacando-se por chegar às semifinais em Roland Garros, onde ganhou de Agassi em quatro sets nas quartas-de-final, antes de perder para Corretja. Em julho, chegou às semifinais em Gstaad, mas foi eliminado por Ferrero. Em 26 de julho, sofreu uma forte torção em seu tornozelo esquerdo enquanto treinava na Flórida, e não voltou a disputar um torneio em quadra de cimento até o Aberto dos Estados Unidos.

No AMS de Paris, eliminou Hrbaty, Christophe Rochus, Arazi e Haas, antes de eliminar Kafelnikov na final. Jogou bem em todas as superfícies, com uma marca de 23-13 no cimento, 19-8 no saibro, 6-1 na grama sintética e 3-4 na grama.

Em 2002, ajudou seu país a entrar na final da Copa Davis pela terceira vez em quatro anos, com uma marca de 5-3 na categoria simples, mas a França perdeu para a Rússia na final por 3-2. Terminou no Top 20 e ganhou mais de 40 partidas pelo terceiro ano consecutivo, conseguindo seu terceiro título da ATP em São Petersburgo.

Jogou 17 torneios do Grand Slam consecutivos, até que teve de retirar-se em Wimbledon devido a uma lesão em sua coxa esquerda. No circuito de saibro europeu, foi às semifinais do AMS de Monte Carlo, ganhando de Novak e Costa e perdendo para Ferrero. Chegou até as quartas-de-final em Roland Garros, onde o eliminou Safin. Não jogou mais na grama e demorou seis semanas para recuperar-se de sua lesão.

Chegou às quartas-de-final no TMS de Toronto. Duas semanas mais tarde, também foi às quartas-de-final em Indianápolis. Voltou a chegar à final da Copa Davis com a França, com vitórias sobre Blake e Roddick nas semifinais de Roland Garros.

Terminou a temporada ganhando o título em São Petersburgo enfrentando Youzhny.

Foi às semifinais do AMS de Madri e às quartas-de-final em Lyon, e conseguiu uma marca de 23-13 no cimento, 15-5 no saibro e 4-3 na grama sintética. Em duplas, conseguiu o segundo título da ATP de sua carreira em Los Angeles, jogando com Kiefer.

Em 2003, Sebastien Grosjean terminou no Top 10 pela segunda vez em três anos. Apesar de não ganhar nenhum título da ATP pela primeira vez em quatro anos, chegou a duas finais e às semifinais de um Grand Slam. Iniciou a temporada indo às quartas-de-final do Aberto da Austrália, onde foi eliminado por Agassi, e um mês mais tarde chegou às semifinais em Roterdã.

Não ganhou mais de duas partidas em um torneio novamente até junho, em Queen's, onde se sobressaiu ao três vezes campeão Hewitt nas quartas-de-final e a Henman nas semifinais, antes de perder para Roddick na final. Depois de perder na segunda etapa em Hertogenbosch, realizou um grande trabalho em Wimbledon, com vitórias sobre Ferrero e Henman, mas foi derrotado nas semifinais por Philippoussis.

Foi o terceiro francês, depois de Leconte e Pioline, em chegar às semifinais do torneio inglês na Era do Aberto. Durante o circuito de verão em quadras de cimento, chegou às quartas-de-final em Los Angeles e à terceira etapa no AMS de Montreal.

Perdeu em cinco sets na etapa de abertura do Aberto dos Estados Unidos contra Delgado, chegou à final em Tóquio, às quartas-de-final no AMS de Madri e em São Petersburgo. Conseguiu um registro de 23-12 em quadras de cimento, 10-3 na grama e 2-4 no saibro.

Em 2004, foi o primeiro francês a terminar no Top 20 pela quinta vez consecutiva, desde Yannick Noah, entre 1981 e 1989. Nessa temporada, não ganhou nenhum título da ATP, como havia ocorrido na anterior, mas teve uma boa atuação em dois torneios de Grand Slam, o Aberto da Austrália, onde chegou às quartas-de-final, e Wimbledon, onde foi às semifinais. Conseguiu chegar às quartas-de-final de um Grand Slam ao menos uma vez em cada uma das quatro últimas temporadas. Abriu a campanha chegando às quartas-de-final em Doha e no Aberto da Austrália pelo segundo ano consecutivo.

Teve de retirar-se em fevereiro devido a uma lesão na coxa, mas voltou em março para chegar à quarta etapa no Masters Series da ATP em Indian Wells, onde Coria o eliminou, e em Miami, perdendo para Kiefer. Não teve uma atuação muito destacada no saibro, mas na grama sim, chegando à final em Queen's, onde perdeu para Roddick, e às semifinais de Wimbledon, sendo eliminado por Federer. No circuito de verão em quadras de cimento, foi às quartas-de-final em Indianápolis e nos Jogos Olímpicos de Atenas.

Depois de perder na segunda etapa do Aberto dos Estados Unidos, não jogou o resto da temporada em função de sua lesão na coxa esquerda. Fez uma marca de 16-9 no cimento, 9-2 na grama e 3-4 no saibro.

Em 2005, Grosjean foi o segundo melhor tenista francês, atrás de Gasquet, e entrou no Top 30 pela sétima temporada consecutiva. Seguiu com seu objetivo de alcançar ao menos uma final da ATP desde 1999, com o vice-campeonato em Houston. Em abril, estreou em quadra de saibro, após os três primeiros meses em que não teve uma atuação destacada.

Então derrotou o número 10 Agassi nas quartas-de-final de Houston e Lapentti nas semifinais, antes de perder na final para Roddick. Um mês mais tarde, chegou à quarta etapa de Roland Garros, onde perdeu para o campeão Nadal em quatro sets. Na grama, foi às quartas-de-final em Queen's e Wimbledon, perdendo para Roddick em ambas as ocasiões.

Não conseguiu chegar a quartas-de-final até outubro, quando chegou às semifinais em Lyon. Jogou a primeira etapa da Copa Davis contra a Suécia e perdeu as duas partidas da categoria simples contra Thomas e Joachim Johansson, mas a França ganhou por 3-2. Foi o melhor tenista francês de 14 de maio de 2001 a 19 de junho de 2005, quando Gasquet o desbancou do trono.