Profissional desde 2001, seus primeiros anos no mundo do tênis estiveram marcados por triunfos, o que fez com que se apresentasse como um dos jogadores com maior projeção do tênis brasileiro.
Em 1998, o jogador paulista acabou o ano situado na décima segunda posição do ranking mundial de jovens tenistas. Um ano depois, conquistou seu primeiro torneio ao vencer o torneio de futuras promessas do México e chegar à final no do Peru.
Em 2001, obteve vitórias nos campeonatos de São Paulo e Curitiba, o que lhe permitiu dar o salto para os torneios da ATP, chegando às quartas-de-final em Munique e El Salvador.
Sua melhor atuação data do ano de 2003, quando conseguiu chegar à quarta etapa de Roland Garros e à terceira de Wimbledon, perdendo então para Andre Agassi e Feliciano López, respectivamente, mas finalizando a temporada na posição de número 44 da "Corrida dos Campeões".
O progresso de Saretta estava em franca ascensão e, em 2002, graças a sua chegada às semifinais em St. Pölten e às quartas-de-final em Viña del Mar e à sua vitória no torneio Challenger de Gramado, conseguiu terminar a temporada entre os cem primeiros da "Corrida dos Campeões". Até esse ano - sem dúvida, a melhor época em sua trajetória esportiva -, acumulava 48 vitórias e 46 derrotas.
A partir de 2004, as coisas começaram a piorar para o brasileiro e sua lista de êxitos esportivos foi diminuindo paulatinamente. Nesse ano, seu melhor resultado foram as semifinais de Viña del Mar e as quartas-de-final no Grand Slam da Austrália.
A queda em seu nível esportivo vê-se refletida também nos números globais de vitórias e derrotas, nos quais estas últimas já começam a pesar mais.