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O escocês Andy Murray, que conquistou neste domingo o Masters Series de Madri, reconheceu ainda estar muito atrás dos três primeiros do Ranking de Entradas da ATP. Número quatro do mundo, ele disse que ainda não se vê no mesmo nível do espanhol Rafael Nadal, número um, do suíço Roger Federer e do sérvio Novak Djokovic, respectivamente segundo e terceiro colocados na lista.
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"Ainda estou muito atrás deles. Joguei bem nos últimos meses, mas eles têm uma trajetória incrível. Djokovic é o número três, mas poderia ter chegado ao posto de número um com sua evolução", comentou Murray.
O escocês, 21 anos, superou o francês Gilles Simon por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6(8-6), e se tornou o primeiro inglês a conseguir duas vitórias consecutivas em torneios do Masters Series - o último foi na cidade americana de Cincinatti, em agosto.
Entretanto, ele minimizou o fato. "É muito importante, mas não acho que me aproxime dos grandes tenistas ingleses. Outros conseguiram mais que eu e ficaram lá por mais tempo", comentou.
"Tim Henman esteve nove anos entre os dez melhores e chegou às semifinais de seis torneios do Grand Slam. Foi bom fazer um pouquinho de história, mas ainda falta muito", completou o escocês.
"A final foi difícil, mas fui bem e joguei mais perto da rede. Talvez ele estivesse mais cansado que eu. Jogar contra Federer foi um desafio para mim. Não esperava ganhar o torneio, mas estava treinando com força e comecei bem, o que me deu confiança", explicou Murray, que bateu Federer na semi e vingou a derrota na decisão do US Open.
Segundo o escocês, uma das chaves para chegar à vitória foi ter melhorado o aproveitamento no saque - um dos aspectos do jogo em que mais recebia críticas.
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