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 Federer bateu a zebra Soderling na decisão de Roland Garros |
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Com todos os Grand Slams, Federer pode ser considerado o maior da história?
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Duas marcas histórias foram atingidas por Roger Federer com o título inédito em Roland Garros, mas ele pode não parar por aí. Nesta segunda-feira, o tenista voltou a ganhar força na comparação com Rafael Nadal e agora tem chances reais de tirar o espanhol da liderança do ranking masculino ao final de Wimbledon, terceiro Grand Slam do ano.
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Ao conquistar o único major que lhe faltava no último domingo, Federer, de uma só vez, escreveu seu nome na história do tênis em duas vertentes: tornou-se o maior ganhador de Grand Slams ao lado de Pete Sampras (14 conquistas) e o sexto jogador a ter faturado todos os quatro torneios mais importantes do mundo.
Como recompensa, ele pode sonhar novamente com o recorde de permanência como número um do mundo - até aqui o suíço coleciona 237 semanas, todas consecutivas, o que já é a maior seqüência da história, contra 286 de Sampras.
Para tentar alcançar o americano em mais um importante quesito, o helvético precisa brilhar no ATP 250 de Halle, que começa nesta segunda-feira, e em Wimbledon, daqui a 15 dias.
Depois de brilhar em Paris e ver Nadal cair nas oitavas, o homem da Basiléia diminuiu sua desvantagem para o rival de 4.500 pontos para 2.070, tendo a vantagem de defender menos tentos no próximo major (1.400, contra 2.000 do espanhol).
Assim, para recuperar o trono dentro de um mês, precisaria ganhar na grama alemã e na inglesa e torcer para o maiorquino não superar as semifinais em Londres.
Além de Federer, pelo menos mais dois nomes tiveram muito a comemorar após realizarem boas champanhas em Roland Garros. Algoz de Rafael Nadal, Robin Soderling chegou à decisão de um Grand Slam pela primeira vez e atingiu o melhor ranqueamento da carreira.
Já Fernando González, semifinalista na semana passada, retornou ao top 10 após noves meses.
Surpreendente, o sueco, 24 anos, ganhou nada menos que 13 posições na divulgação da nova lista de entradas, chegando ao 12º posto. Ele está ainda a menos de 300 pontos do grupo dos dez melhores tenistas do mundo, hoje fechado por González.
Confira como ficou o novo ranking de entradas:
1. Rafael Nadal (ESP)- 13.140 pontos
2. Roger Federer (SUI) - 11.070
3. Andy Murray (ESC) - 9.230
4. Novak Djokovic (SER) - 8.020
5. Juan Martín del Potro (ARG) - 5.480
6. Andy Roddick (EUA) - 4.400
7. Gilles Simon (FRA) - 3.970
8. Fernando Verdasco (ESP) - 3.710
9. Jo-Wilfried Tsonga (FRA) - 3.510
10. Fernando González (CHI) - 3.165
11. Nikolay Davydenko (RUS) - 3.155
12. Robin Soderling (SUE) - 2.825
13. Marin Cilic (CRO) - 2.780
14. Gael Monfils (FRA) - 2.610
15. Tommy Robredo (ESP) - 2.580
16. James Blake (EUA) - 2.390
17. David Nalbandian (ARG) - 2.385
18. David Ferrer (ESP) - 2.130
19. Stanislas Wawrinka (SUI) - 2.095
20. Richard Gasquet (FRA) - 1.925
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