| AFP |
 Em grande fase, Murray dá adeus a novo título e se distancia do topo |
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Diante de um adversário que atravessa a melhor fase da carreira e que mais conheceu tropeços do que triunfos, o suíço Roger Federer não bobeou e garantiu presença na final do Masters de Cincinnati de maneira incostestável. Na tarde deste sábado, o maior vencedor de Grand Slams de todos os tempos encerrou a freguesia contra o escocês Andy Murray ao vencer por 2 sets a 0, com 6/2 e 7/6 (10/8), e garantiu presença na decisão.
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Após eliminar a principal ameaça ao topo do ranking mundial, no duelo que reuniu os dois primeiros tenistas do mundo, Federer terá pela frente o duelo com o sérvio Novak Djokovic, que não tomou conhecimento da má fase do rival e atropelou o espanhol Rafael Nadal, resultado que o coloca de volta à decisão um ano depois de ser batido na final e ver Murray levantar o troféu nos Estados Unidos.
Com o triunfo conhecido na semifinal de Cincinnati, Federer consegue diminuir o histórico de derrotas diante de Murray, vencedor do Masters de Montreal no último domingo e um dos poucos tenistas da atualidade que tem retrospecto favorável nos duelos contra o líder do ranking. Agora, são seis vitórias do britânico contra apenas três do suíço, incluindo aí o triunfo na decisão do Aberto dos Estados Unidos do ano passado, quando levantou seu quinto troféu seguido do Grand Slam americano.
No encontro entre os dois maiores da atualidade, Federer não deu chances ao rival na primeira parcial e obteve arrasadores 6/2, com um ótimo desempenho nos saques e diante de um adversário irreconhecível. Já no set seguinte, o escocês reagiu, embora tenha mantido os erros no primeiro serviço, e equilibrou o duelo, levando a decisão para o tie-break. Mesmo assim, viu o suíço crescer nos momentos decisivos e cometeu uma dupla falta que decidiu a vaga.
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