Juninho mostrou estar ao lado dos companheiros de elenco
Foto: Cleber Mendes/Agência Lance
Após ser titular contra o Duque de Caxias, Juninho Pernambucano não treinou com bola durante toda a semana. Nesse meio tempo, o problema dos salários atrasados veio à tona. Ainda sem dar a sua visão sobre o assunto, o veterano concorda com a medida tomada pelo grupo vascaíno e vê na decisão uma forma de "protesto saudável" para jogadores e clube.
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"Foi a forma mais pacífica, mais tranquila que os jogadores pensaram para fazer um protesto. Hoje, não concentrar é um protesto", comentou o meio-campista. "Todo trabalhador tem o direito de ganhar seu salário e encontramos nessa forma uma maneira de não prejudicar o clube e ter algum direito nessa situação. Melhor que acontecer algo como o descompromisso diário ou nos jogos", argumentou Juninho, que diz lamentar ainda mais a situação dos funcionários.
"Fico mais triste com a situação dos funcionários. Eles precisam mais do que nós. Sem eles seria impossível fazer futebol, o clube não funcionaria plenamente. De uma forma geral, eles são muito mais importantes", destacou.
Sobre a ideia de acabar com as concentrações no País, Juninho é categórico: a medida é usada de uma forma errada. Além disso, o efeito não é aquele que se espera. "Vejo a concentração dando um resultado inverso do que realmente se espera dela. O jogador está ficando preso demais. De alguma forma, ele irá encontrar uma forma de fazer aquilo que ele quer fazer, seja dentro da concentração ou não. Infelizmente, o futebol brasileiro não vive de planejamento e estrutura, mas de resultado. Espero que isso um dia mude", concluiu.
- Lancepress!




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