Clique no link para iniciar o vídeo- Celso Paiva
- Direto de Londres
Apesar de saírem derrotadas na reedição da final olímpica de quatro anos atrás, nesta segunda-feira, as jogadoras da Seleção Brasileira feminina de vôlei aprovaram, de certa maneira, a atuação da equipe na partida contra os EUA, pela segunda rodada dos Jogos Olímpicos de Londres. Segundo elas, o Brasil teve boa reação depois do "apagão" inicial.
» Saiba tudo sobre os medalhistas do Brasil em Londres
» Veja como foram as conquistas dos brasileiros
» Veja mapa e conheça tudo sobre o Parque Olímpico de Londres
» Confira a programação de ao vivo do Terra
» Veja a agenda e resultados dos Jogos de Londres
"A gente começou o jogo igual, mas a partir do 15º ponto, os Estados Unidos conseguiram ter vantagem. E quando elas jogam na frente é diferente. Quando elas jogam sem pressão, soltas, é difícil de parar. No terceiro set, acho que a gente conseguiu impor um ritmo no jogo e pressioná-las. Erramos menos e vimos um time completamente diferente do outro lado", analisou Fabi, depois da derrota por 3 sets a 1.
Segundo a líbero, a Seleção deve tomar como lição o bom desempenho apresentado nas duas últimas parciais. "Acho que o que ficou foi o poder de reação. Em um momento delicado do jogo, contra um adversário supercomplicado e que está na briga com a gente por medalha, esse poder de reação foi importante. Mostrou que dá para jogar de igual para igual com esse time."
"Eles têm suas vantagens, mas há coisas que podemos tirar para os próximos jogos, se cruzarmos com elas no caminho. Isso não muda o fato de que gostaríamos de ter feito uma partida melhor", acrescentou Fabi.
Ao contrário de Fabi, Fernanda Garay acredita que o Brasil não conseguiu equiparar o volume de jogo ao das americanas. "Tivemos muitos erros de saque, foram 15 no jogo, não dificultamos a vida delas, principalmente nos dois primeiros sets. Esse foi o grande problema", comentou.
Mesmo com o alto número de erros de saque, a levantadora Dani Lins não acredita que isto pode ter "sabotado" a equipe. "Perder para a gente, eu não digo. Porque nós erramos, mas elas erraram muito também. Este é um jogo de paciência e tranquilidade, e, por isso, é complicado", comentou."Esse time não é invencível. Nós já mostramos isso esse ano, porque já vencemos uma vez. O problema foram os nossos erros. Só no quarto set, erramos seis saques", comentou Dani, lembrando da vitória da Seleção em agosto de 2011 pelo Grand Prix. Em 2012, o time comandado por Zé Roberto Guimarães foi derrotado duas vezes pelos EUA.
Olimpíada ao vivo no Terra
O Terra, maior empresa de internet da América Latina, transmite ao vivo e em alta definição (HD) todas as modalidades dos Jogos Olímpicos de Londres. Com reportagens especiais e acompanhamento do dia a dia dos atletas, a cobertura conta com textos,vídeos,fotos, e participação do internautae repercussão no Facebook.Siga também a cobertura no Twitter e participe com a hashtag: #TerraLondres2012
- Após estrear com vitória apertada diante da Turquia, a Seleção Brasileira feminina de vôlei perdeu para os EUA por 3 sets a 1 em jogo válido pela 2ª rodada do torneio olímpico. A partida reeditou a final dos Jogos de 2008, quando o Brasil levou a melhor e conquistou o ouro Foto: Bruno Santos / Terra
- Em uma hora e 56 minutos, Os EUA venceram com parcias de 25/18, 25/17, 22/25 e 25/21 Foto: Bruno Santos / Terra
- Com a derrota, o Brasil permanece na 4ª posição do Grupo B, com 2 pontos Foto: Bruno Santos / Terra
- Já os EUA subiram para 6 pontos e agora dividem a liderança da chave com a China, sua próxima adversária, na próxima quarta-feira, às 16h (de Brasília) Foto: Bruno Santos / Terra
- A partida contou com um torcedor ilustre: Kobe Bryant, atual campeão olímpico e um dos melhores jogadores de basquete de todos os tempos, comparece aos Earls Court para prestigiar a seleção feminina de vôlei de seu país contra o Brasil Foto: Terra
- A torcida brasileira, especialmente a do Internacional de Porto Alegre, marcou presença no Earls Court para apoiar a Seleção do técnico José Roberto Guimarães Foto: Bruno Santos / Terra
- A oposta americana Hooker foi o grande nome da partida Foto: Bruno Santos / Terra
- Apesar de disputar ponto a ponto até a matade do primeiro set, o Brasil perdeu fôlego na segunda parte e foi derrotado na primeira parcial por 25 a 18 Foto: Bruno Santos / Terra
- Jaqueline ataca pelo meio de rede Foto: Bruno Santos / Terra
- Thaísa foi a maior pontuadora do Brasil no primeiro set, com 4 pontos Foto: Bruno Santos / Terra
- Foluke Akinradewo, que joga a Olimpíada de Londres em casa, pois nasceu na capital britânica e se naturalizou americana, comemora ponto dos EUA Foto: Bruno Santos / Terra
- Apesar do mau desempenho no primeiro set, as jogadoras brasileiras mostraram muita tranquilidade a cada ponto conquistado Foto: Bruno Santos / Terra
- No segundo set, a Seleção Brasileira foi dominada do ínicio ao fim e perdeu por 25 a 17, em 28 minutos Foto: Bruno Santos / Terra
- Larson e Harmotto sobem para o bloqueio duplo Foto: Bruno Santos / Terra
- Logan Tom faz a cobertura do bloqueio americano Foto: Bruno Santos / Terra
- No entanto, a Seleção Brasileira voltou com tudo no terceiro set e, com muita garra, venceu por 25 a 22 Foto: Bruno Santos / Terra
- O bloqueio brasileiro só funcionou no 3º set Foto: Bruno Santos / Terra
- No quarto set o Brasil até tentou, mas não foi páreo para as americanas que fecharam a partida com 25 a 21 Foto: Bruno Santos / Terra
- Fernanda Garay foge do bloqueio duplo americano Foto: Bruno Santos / Terra
- Logan Tom tenta a "largadinha" Foto: Bruno Santos / Terra
- A oposta Destinee Hooker foi a "artilheira" da partida, com 23 pontos Foto: Bruno Santos / Terra
- Com 18 pontos, Jordan Larson foi a segunda maior pontuadora da partida Foto: Bruno Santos / Terra
- A líbero americana Nicole Davis fez grandes defesas e foi um dos destaques dos EUA na partida Foto: Bruno Santos / Terra
- Agora, o Brasil enfrenta a Coreia do Sul, na próxima quarta-feira, às 18h (de Brasília) Foto: Bruno Santos / Terra
- O jogo é importante pois as sul-coreanas são as terceiras colocadas do Grupo B, um ponto à frente do Brasil Foto: Bruno Santos / Terra

