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Márcio/Ricardo ameniza “correria” de reencontro com filmagem de jogos

31 ago 2013
13h23
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Dupla vice-campeã mundial em 2011, Márcio e Ricardo retomaram recentemente a parceria até 2016, graças a um patrocínio de duas empresas do Ceará. Apesar de já se conhecerem e terem história importante no Circuito Banco do Brasil de vôlei de praia (jogaram 11 etapas juntos e subiram ao pódio em todas elas), os atletas sabiam que a falta de entrosamento poderia pesar para as primeiras etapas da competição e decidiram amenizar esse impacto.

Mulher do treinador de Márcio, Kelly ajudou a comissão técnica nas filmagens na etapa do Recife
Mulher do treinador de Márcio, Kelly ajudou a comissão técnica nas filmagens na etapa do Recife
Foto: Felipe Held / Terra

Chamou a atenção na disputa das quartas de final da etapa do Recife, neste sábado, uma filmadora sobre um tripé na linha de frente das arquibancadas da arena principal, montada na Praia do Pina. Kelly, mulher do treinador da dupla, Ronald Rocha, “quebrava um galho” mesmo sob chuva na gravação ponto a ponto do jogo contra Moisés e Gilmário – o auxiliar Mateus, que ficaria encarregado da função, não pôde viajar a Pernambuco por conta de outros compromissos esportivos.

<p>Márcio e Ricardo estão nas semifinais da etapa do Recife do Circuito Banco do Brasil</p>
Márcio e Ricardo estão nas semifinais da etapa do Recife do Circuito Banco do Brasil
Foto: CBV / Divulgação

“Tivemos pouco tempo de treino e temos que nos adaptar a cada jogo, e isso nos torna mais complicado”, explicou Ricardo, que, nesta temporada, foi vice-campeão mundial em Stare Jablonki, na Polônia, ao lado de Álvaro. “Esse é o começo e vamos tentar trabalhar com a parte de vídeo”, acrescentou.

Márcio e Ricardo venceram a partida das quartas de final neste sábado por 2 sets a 1, com parciais de 21/18, 15/21 e 15/10. A ideia é estudar as gravações já para a partida da noite, pela semifinal da etapa, contra Evandro e Vítor Felipe.

Analisar os erros após uma vitória não deve ser tão complicado. Mais difícil para um atleta deve ser rever as falhas depois de uma derrota mais dolorida. Mas é um mal necessário, segundo Ricardo.

“Ganhando ou perdendo você tem que estar sempre evoluindo, e a derrota faz com que você cresça e busque sempre o caminho mais fácil para a vitória”, concluiu.

O repórter viajou a convite da Confederação Brasileira de Vôlei

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Fonte: Terra
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