O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça Filho, revelou que o reajuste salarial é a última pendência para a formalização de um novo compromisso, que terá duração até o fim do próximo ciclo olímpico. Após tantos títulos, Bernardinho pediu um justo aumento e a CBV está estudando.
"O novo contrato da CBV com o Banco do Brasil foi reajustado em apenas 70% do IGP-M (índice que mede a inflação - em 2004 foi de 11,77%). Com isso, está faltando dinheiro. Mas isso não vai impedir que o Bernardo continue", afirmou Ary Graça.
Oaumento em questão é de 30 a 40% e a CBV está tendo dificuldade em alcançar esse valor. Para isso, a entidade está tentando obter mais recursos com o seu patrocinador.
Sem exclusividade
O fato de Bernardinho ter quebrado a cláusula de exclusividade que tinha com a CBV (o técnico comanda o Rio de Janeiro na Superliga feminina) acabou ajudando os cofres da entidade. Agora, nos meses em que está com sua equipe o treinador se licencia da CBV e não recebe salários.
Ary Graça reafirmou que está tudo certo para José Roberto Guimarães seguir na Seleção feminina. Zé Roberto, assim como Bernardinho, já entregou à CBV seu plano de trabalho para este ano, cujo principal competição é o Grand Prix.
- Lancepress!


